Belém- Pará- Brasil

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Quando se Respeita à diversidade é uma forma de promover inclusão

De acordo com a ONU


um caso a se pensa.

Imagine se os mais de 6,5 bilhões de habitantes do planeta fossem iguais. Não teria graça, não é mesmo? A diversidade é uma das maiores riquezas do ser humano no planeta e a existência de indivíduos diferentes numa cidade, num país, com suas diferentes culturas, etnias e gerações fazem com que o mundo se torne mais completo.

Mas essa convivência só se torna possível se as diferenças forem respeitadas. O artigo 2º da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), aprovada na Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, diz que não deve haver, em nenhum momento, discriminação por raça, cor, gênero, idioma, nacionalidade, opinião ou qualquer outro motivo.

É possível que a extrema pobreza e a desigualdade sejam eliminadas, mas questões fundamentais ainda precisam ser enfrentadas, como a violência, a prostituição infantil, o trabalho escravo e diversos outros problemas.

No Brasil, a proteção e a promoção dos direitos de todo ser humano são articuladas e colocadas em prática com o auxílio da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SDH), da Presidência da República. O órgão é responsável por colocar em prática princípios estabelecidos em estatutos e pela proteção dos direitos de cidadãos, das criança, dos adolescente, dos idosos, das minorias e das pessoas com deficiência.

Fonte:

Centro de Informação da ONU no Brasil

IGREJA X RELIGIÃO X DESIGREJADOS

Como se sabe, muitos pensam que Igreja E Religião e uma coisa só.
não é bem assim, sabe-se que Igreja.. de acordo com a Bilia somos corpo de cristo ,Todos nascemos separados de Deus pelo pecado de Adão Romanos 6 v 23, somos noivos de cristo entre outras nomenclaturas, se você crer e acreditar.
já quando falamos de religião , ai se abre um leque, pois hoje em dia ha varias religiões, ou seja reuniões onde estão enumeras pessoa em um só proposito há para todos os gostos.muitos vão para aprender sobre a Biblia outros por se sentirem sozinho e la encontram paz etc.
os Desigrejado e todo aquele que tem fé em Deus ou em algo e não precisa estar em uma igreja para se dizer crente , pois Deus esta em seu coração e se sente a vontade com isso. Esse exército de cristãos que foram membros ativos de igrejas no passado e deixaram de frequentar cultos e participar de atividades por decepções dentro da igreja hoje se dizem desigrejados.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

O que é um Transgênero:



Transgênero é o indivíduo que se identifica com um gênero diferente daquele que corresponde ao seu sexo,
atribuído no momento do nascimento. A transgressividade não é uma doença ou distúrbio psicológico.

De acordo com as convenções sociais tradicionais, existem dois tipos de gêneros: masculino e feminino. Durante muito tempo a identidade de gênero esteve ligada exclusivamente ao sexo biológico das pessoas

infelizmente muitas famílias não aceitam...

Por exemplo, se determinado indivíduo nascesse com um pênis, logo ele deveria se comportar e gostar de todas as coisas relacionadas ao gênero masculino (homem), sendo que, as características que qualificam o gênero como masculino são rodeadas de estereótipos, como jogar futebol, brincar de carros, não usar vestidos e etc.

Uma pessoa transgênero é aquela que mesmo nascendo com um pênis, por exemplo, não se identifica com o gênero masculino, mas com um diferente daquele que é convencionalmente associado às pessoas com este tipo de sexo biológico.

Normalmente, a transgeneridade se manifesta ainda durante os primeiros anos de vida do indivíduo. Um dos sinais que ajudar a identificar uma criança transgênero são os seus interesses pessoais em relação aos signos que são associados ao feminino e ao masculino. Por exemplo, um menino que gosta de usar vestidos, pode ser (ou não) um sinal de transgeneridade.

A identidade de gênero não está obrigatoriamente relacionada com a orientação sexual. Ou seja, um homem transgênero (mulher que se identifica com o gênero masculino), pode ser homossexual (caso sinta atração por homens) ou heterossexual (caso sinta atração por mulheres).

O oposto de transgênero é cisgênero, quando o indivíduo se identifica com o gênero que condiz com o seu sexo atribuído (sexo biológico).

Ver também: significado de Cisgênero.

terça-feira, 1 de agosto de 2017






criança subindo em açaizeiro no interior do Pará
em muitos lugares . a criança ajuda a família no seu sustento.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

O desafio de ensinar Língua Portuguesa a alunos surdos continuação....

O erro mais comum

Tentar "oralizar" a criança surda - mesmo as que possuem resquícios de audição. O ideal é que todos dominem Libras para então aprender uma segunda língua, que é a Língua Portuguesa em sua modalidade escrita. A tentativa de oralização prejudica o desenvolvimento, pois impede que a criança aprenda tanto a Língua Portuguesa falada quanto a Libras.

Ensino Fundamental I
Conheça as expectativas de aprendizagem para esses estudantes, desde a Educação Infantil até o 9º ano. Flexibilizar atividades e investir em experiências visuais contribuem para a inclusão

Ensino Fundamental I

Ao chegar ao 1º ano, espera-se que os alunos com deficiência auditiva que passaram pela Educação Infantil saibam comunicar-se em Libras e sejam capazes de escrever o próprio nome. Mas vale lembrar que essas crianças começam o Ensino Fundamental sem conhecimento da Língua Portuguesa falada e, por isso, não partem do mesmo princípio que os alunos ouvintes para aprender a ler e a escrever.

A apropriação do sistema alfabético, nesses casos, se dá através da visão e, por isso, o planejamento de atividades intensas de leitura com interpretação em Libras e com a utilização de recursos visuais (como imagens e letras móveis) são ações fundamentais para que a criança seja alfabetizada em um contexto de letramento.
Orientações

Ao contar histórias para o aluno com deficiência auditiva, faça com que ele observe detalhes da escrita e da ilustração. As palavras grafadas sempre devem estar associadas ao seu significado interpretado em Libras. Elabore atividades de escrita de listas e organize coleções com a turma. Crachás com os nomes de todos podem ser usados em sala, assim como desenhos relacionados a palavras - a memória visual, para a criança com deficiência auditiva é muito importante.

O maior desafio para o aluno surdo é que ele compreenda a língua como prática social. O acesso a diferentes materiais escritos, portanto, é crucial para ampliar o conhecimento linguístico do aluno e fazer com que ele consiga produzir textos coerentes em Língua Portuguesa até o final do 5º ano.

Ensino Fundamental II
A partir do 6º ano, espera-se que o aluno com deficiência auditiva seja capaz de escrever textos coerentes, mesmo que simples. Vale lembrar que coerência e coesão são qualidades distintas - a primeira refere-se à forma do texto, enquanto a segunda diz respeito aos aspectos semânticos. Devido às diferenças estruturais entre língua de sinais e língua oral, é comum que o aluno surdo tenha dificuldades para escrever textos coesos. Poucos conseguem fazer o uso correto de morfemas e as ligações entre palavras, orações e parágrafos. O mais importante é atentar para a coerência nas produções, mas isso não quer dizer que o educador não precise elaborar atividades regulares de leitura e de reestruturação de texto, para que o aluno aproprie-se cada vez mais da Língua Portuguesa escrita - considerada como segunda língua para os usuários de Libras.

Orientações
Nesta etapa, é desejável que o estudante consiga interpretar e reconhecer textos de diferentes gêneros - biográficos, jornalísticos, científicos, crônicas, contos, poesia, relatos históricos etc. Ele vai precisar dominar o uso escrito da Língua Portuguesa para estruturar experiências e explicar a própria realidade. Organizar esquemas e estimular a produção escrita de notas e textos de opinião ajuda o aluno nesse processo. Atividades de leitura compartilhada em pequenos grupos; de leitura em Libras feita pelo intérprete ou pelo professor; e de leituras autônomas conferem mais segurança ao aluno.

Antes de ingressar no Ensino Médio, respeitadas as limitações, o aluno surdo precisa ser capaz de refletir sobre os principais aspectos da Língua Portuguesa. Mas lembre-se: o tempo de aprendizagem da pessoa com deficiência auditiva é diferente do de alunos ouvintes. Invista nas situações de sistematização de conteúdos, apresente ao aluno o que será feito, amplie o tempo de realização das atividades e atue sempre em conjunto com o profissional da sala de recursos, responsável pelo AEE.

Uma boa experiência

uma boa dica:

O professor João Batista de Souza explora elementos visuais para ensinar Língua Portuguesa escrita aos alunos. Para trabalhar os verbos, ele elaborou tabelas com letras grandes, fixadas nas paredes da sala com as conjugações. O professor também criou ícones que indicam os diferentes tempos verbais. Para ensinar conteúdos como o vocativo, por exemplo, João mostrou diferentes modelos de correspondências aos alunos, destacou elementos importantes nas cartas e pediu para que os estudantes produzissem as próprias mensagens.

Para ensinar os numerais ele tirou cópias de folhas de talão de cheque e de notas fiscais para que fossem preenchidas pela turma. "Procuro trabalhar textos que estejam de acordo com o cotidiano dos alunos. Conteúdos que são trabalhados na 5ª série com os ouvintes precisam ser reforçados anualmente com os surdos. Cada texto é lido duas ou três vezes durante as aulas. Eles costumam confundir gêneros, trocam sinais de pontuação, cometem erros de concordância e apresentam vocabulário restrito. Mas conseguimos trabalhar esses pontos para que todos avancem", conta o professor, que também domina a Libras.

O desafio de ensinar Língua Portuguesa a alunos surdos

> Formação> Inclusão
O desafio de ensinar Língua Portuguesa a alunos surdos
Conheça as expectativas de aprendizagem para esses estudantes,
desde a Educação Infantil até o 9º ano. Flexibilizar atividades e
investir em experiências visuais contribuem para a inclusão

Ensinar uma língua escrita para quem desconhece a oralidade é um desafio para todos os professores com alunos surdos em suas turmas. As principais dificuldades não decorrem da surdez em si, mas da falta de conhecimento da Língua Portuguesa falada. Hoje, boa parte desses estudantes comunica-se com a Língua Brasileira de Sinais (Libras), uma língua visual-espacial, que possui estrutura própria.


É importante lembrar que, mesmo que não alcancem os mesmos resultados obtidos pelos alunos ouvintes, os estudantes com deficiência auditiva precisam participar de todas as aulas. Se o aluno surdo ainda não for capaz de escrever um texto, faça com que ele contribua para as atividades escrevendo listas ou frases sobre o tema abordado. Produções coletivas ou em pequenos grupos também ajudam o aluno a se expressar melhor pela escrita. O importante é que ele sempre conte com o apoio visual da escrita. O professor deve registrar todas as atividades e utilizar recursos diferenciados - como letras móveis ou cores diferentes para designar elementos distintos de uma frase, por exemplo. Fazer com que o aluno surdo sente-se nas carteiras da frente é outra medida essencial, assim como atuar em conjunto com o Atendimento Educacional Especializado (AEE).

1-Educação Infantil
A maioria das crianças surdas nasce em famílias de ouvintes. Por isso, só aprende Libras quando entra na creche ou na pré-escola. Ao final desse período, espera-se que essas crianças consigam narrar histórias simples na língua de sinais. Utilizar cartazes com a representação de palavras em Libras e em Língua Portuguesa é uma ação que ajuda a por as crianças com deficiência auditiva em contato com a Língua Portuguesa escrita desde cedo - já que a apreensão desta língua é visual para o aluno surdo.

As imagens também devem ser bem exploradas pelos educadores durante os momentos de leitura. É importante que os pequenos possam observar as ilustrações e compreendê-las como elementos complementares à narrativa. O mesmo vale para a elaboração de listas. O educador pode organizá-las com as imagens dos objetos e os nomes correspondentes escritos em português e em sinais. O uso de DVDs de histórias contadas em Libras por outras crianças ou de DVDs de brincadeiras com regras interpretadas em Libras associadas às imagens são recursos importantes no dia a dia da pré-escola.

Embora todas as escolas regulares com alunos surdos matriculados tenham o direito de contar com um intérprete de Libras, é imprescindível que, desde muito pequena, a criança com deficiência auditiva seja orientada a olhar para o rosto do interlocutor. Assim, ela poderá observar expressões, gestos e sinais para, aos poucos, adquirir a capacidade de fazer a leitura orofacial, que será útil para as aprendizagens futuras e para a interação com os outros.



: "PLANO DE AULA Alfabetização com inclusão de crianças com surdez."

PLANO DE AULA Alfabetização com inclusão de crianças com surdez

2 JUSTIFICATIVA Visando atender crianças em fase de alfabetização, o plano apresentado inclui atividades que atendem crianças surdas e ouvintes num único material. Dispomos da tecnologia como uma ferramenta importante no processo educacional, pois, atende as diferentes necessidades. Neste plano nos atentaremos ao nível pré-silábico, este, apresentado pela Psicogênese da língua escrita de Emília Ferreiro.

3 Público Alvo: Crianças em fase de alfabetização.

4 OBJETIVOS - Respeitar o nível de alfabetização de cada criança. -Promover a alfabetização de forma lúdica e significativa. -Incluir sem excluir – Utilizar o mesmo material para todos os alunos. -Proporcionar um ambiente alfabetizador com ações educativas e inclusivas.

5 COMPONENTES CURRICULARES Alfabetização: nível pré-silábico

6 DURAÇÃO: 1 Aula de 50 minutos

7 Metodologia Procuraremos proporcionar aos alunos uma aula expositiva, dinâmica e interativa utilizando ferramentas de aprendizagem digitais.

8 Descrição das atividades Nos primeiros momentos das aulas apresentaremos dois objetos de aprendizagem ( Viagem Espacial Libras e ABC) para fazer com que as crianças interajam com as ferramentas pedagógicas aprimorando seu processo de aprendizagem.

9 Após se familiarizarem e explorarem os softwares, os alunos serão convidados a registrarem por meio de desenho a experiência de aprendizagem; Os momentos finais da aula serão utilizados para levantar com os alunos pontos positivos e pontos negativos das aulas para isso serão discutidas as seguintes questões:



11 Recursos pedagógicos e materiais Para desenvolver essa aula utilizaremos como recursos pedagógicos o software educacional Viagem Espacial Libras e ABC (Animações e simulações) disponibilizados no site: objetos educacionais2.mec.gov.br internet, computador, sulfite, lápis e borracha. Lembramos que a atividade será realizada na sala de informática.

12 Critérios de avaliação Para avaliar utilizaremos como critérios o envolvimento e interação dos alunos referente as atividades propostas;

terça-feira, 13 de setembro de 2016

A árvore da vida A estrutura do Universo, segundo a cabala

As 10 sefirot formam uma árvore invertida, chamada Árvore da Vida. A raiz fica em cima, próxima ao aspecto primordial de Deus, e os galhos embaixo, nas sefirot inferiores. A sefirá Malchut é a mais próxima do ser humano e a que lhe dá a primeira sensação de Deus atuando no mundo. À medida que evolui espiritualmente, a pessoa sobe os degraus em direção às sefirot superiores. Além disso, a árvore tem 3 colunas. “Buscamos a coluna central, que é o equilíbrio”, diz Samuel Lemle. “Tenho muito amor pelo meu filho, mas não posso dar tudo a ele, pois o amor também envolve dar limites.” Por isso Chessed (amor) está ao lado de Guevurá (justiça).
fonte super interessante.
muito bom.

O que a cabala pode fazer por você? oque você precisa saber.

Tradição mística mantida em segredo por séculos,
a cabala permite interpretar
significados ocultos nas histórias da Torá,
livro sagrado dos judeus.
Como esses ensinamentos podem nos levar a uma vida melhor?


O formato da Torá, livro sagrado do judaísmo, impressiona: dois grandes rolos de pergaminho escritos à mão com tinta especial, presos a carretéis de madeira e envoltos por um pano bordado e ornamentos de prata. Seu conteúdo, revelado por Deus a Moisés no monte Sinai, inclui os 5 primeiros livros da Bíblia e narra desde a Criação até a saga do povo de Israel pelo deserto em busca da Terra Prometida. Mas a riqueza dos pergaminhos vai muito além. Segundo a cabala, tradição mística judaica, as 304 805 letras hebraicas da Torá também contêm significados ocultos sobre Deus e as leis do Universo. Ao usarem chaves numéricas e meditações para desvendar esses mistérios, os cabalistas tiram lições das histórias narradas no texto. E você não precisa ser rabino ou mesmo judeu para ter acesso a esses ensinamentos e usá-los para viver melhor.

O segredo da cabala é relacionar palavras e números da Torá de uma maneira específica. E sua origem está no Sefer Ietsirá, ou Livro da Criação, obra minúscula que ninguém sabe ao certo quando e por quem foi escrita. O fato é que ela introduz a idéia de que Deus criou o Universo usando as 22 letras do alfabeto hebraico. “O Gênese já dizia que o verbo divino foi o instrumento da Criação: Deus disse ‘Haja luz’, e houve luz. A novidade do Sefer Ietsirá é especular em detalhes como Deus combinou essas letras”, diz o pesquisador Daniel C. Matt no livro O Essencial da Cabala. O livro também apresenta a idéia das sefirot, plural de sefirá, que pode significar “reino”, “esfera” ou “contagem”, conforme a tradução. Representadas pelos números de 1 a 10, elas são consideradas outro instrumento da criação do Universo. O livro só não explicava como usar tudo isso para revelar os significados ocultos da Torá.

A era de ouro da cabala

Até que no século 13 o espanhol Moisés de León publicou o Sefer Ha Zohar, Livro do Esplendor, com as regras que consolidaram o que hoje se conhece como cabala. Ele conectou cada sefirá a um modo que Deus tem de atuar, bem como a um personagem bíblico. “A sefirá de Chessed, por exemplo, está ligada ao amor e a Abraão. Quando os cabalistas lêem Abraão na Torá, lêem também esse aspecto misericordioso de Deus atuando no mundo”, diz Leonardo Alanati, da Congregação Israelita Mineira.

Além de usar essas associações entre aspectos de Deus e passagens da narrativa, os cabalistas interpretam a Torá utilizando a guimátria, numerologia judaica. O princípio é que cada uma das 22 letras do alfabeto hebraico, do alef ao tav, possui um valor numérico. “As primeiras 9 letras estão associadas às unidades (1, 2, 3, ..., 9); as 9 letras seguintes estão associadas às dezenas (10, 20, 30, ..., 90); e as últimas 4 estão associadas às centenas (100, 200, 300, 400)”, diz o pesquisador David Zumerkorn no livro Os Segredos da Guimátria. Fazendo as contas (veja abaixo), surgem os significados ocultos que expandem os ensinamentos do livro sagrado. “Aparentemente, as histórias da Torá não têm relação com a vida diária. Mas a cabala mostra que, por trás delas, há ensinamentos profundos sobre como lidar com nosso semelhante e encarar as situações”, diz Samuel Lemle, professor do Kabbalah Centre (Centro de Cabala) no Brasil.

Lemle menciona o mandamento bíblico “Não matarás”, lembrando que na Torá há uma passagem onde Deus ordena aos israelitas matar o povo de amalek. Uma baita contradição, certo? A não ser que se usem as contas do Zohar para ver que as letras hebraicas da palavra amalek têm o mesmo valor numérico que a palavra safek, que significa “dúvida” ou “incerteza”. “A cabala usa a numerologia para entender que matar Amalek não é matar um povo, mas a dúvida e a incerteza dentro de nós”, diz Lemle. “A guerra não é contra o inimigo lá fora, mas contra um oponente interno, um lado negativo da nossa natureza: pensamentos do tipo ‘não vou conseguir’ e ‘isso não vai dar certo’. Eles sabotam a nossa vida.”

Segundo o professor, cabalistas milenares usavam essa sabedoria para se tornarem pessoas melhores e crescer espiritualmente. Assim como cabalistas modernos, eles queriam não apenas compreender mais sobre Deus mas também obter lições de vida e aconselhar as pessoas. E, ao contrário do que muitos pensam, o misticismo judaico nunca foi um oráculo capaz de descobrir coisas sobre o passado ou o futuro. De vez em quando alguém até arrisca esse caminho – por exemplo, tentando prever a chegada do Messias, mas sempre dá errado. O rabino Alanati lembra que a cabala também não tem nada a ver com amuletos. “Na Idade Média, muita gente escrevia fórmulas com permutações das letras dos nomes de Deus atrás da mezuzá (caixinha colocada no batente da porta nas casas judaicas)”, diz ele.

Uma tradição secreta

Por essas e outras, durante muito tempo não foi fácil ter acesso à cabala. Os candidatos tinham que ser homens judeus de mais de 40 anos – e só os mais qualificados espiritualmente eram aceitos. “Os rabinos temiam que as técnicas caíssem nas mãos de quem não tinha a preparação necessária. Em quase todas as religiões, as iluminações místicas dos leigos sempre foram fontes de risco e heresias”, diz o historiador Gershom Scholem no livro As Grandes Correntes da Mística Judaica. Até hoje, judeus ortodoxos restringem o ensino da cabala. Mas algumas correntes mais progressistas discordam. “Não é que os cabalistas antigos quisessem ocultar a cabala. É que não tínhamos a linguagem acessível para compartilhar esses conhecimentos. Mas os avanços da nossa era já nos permitem entendê-los”, diz Lemle.

A popularização do estudo

Assim o estudo da cabala levou séculos para sair da obscuridade total, mesmo entre os judeus, até a relativa popularidade atingida nos anos 90, quando o Kabbalah Centre, nos EUA, abriu as portas da cabala para leigos de qualquer religião. Madonna, uma de suas freqüentadoras, garante que tem atraído boas vibrações desde que começou a fazer o curso. Os ortodoxos criticam a iniciativa (que inclusive foi rotulada de cabala “pop” ou “light”), mas o Kabbalah Centre garante que o conhecimento é o mesmo e até os livros de seus alunos são exatamente os mesmos que servem de fonte para os judeus.

Segundo Lemle, a primeira coisa que o estudo da cabala proporciona é uma nova atitude diante da vida. “Do mesmo jeito que existem leis físicas, como a lei da gravidade, a cabala diz que existem leis espirituais que regem este mundo. E nos ensina a conviver com elas em harmonia”, afirma. Por exemplo: a cabala diz que não existe o acaso, e sim a lei de causa e efeito. Tudo o que acontece na nossa vida fomos nós que criamos de alguma forma. Assim, o ensinamento mais importante para quem começa a estudar no Kabbalah Centre é deixar de ter um comportamento reativo e passar a ser proativo. Ou seja, deixar de ser o efeito de determinadas situações e se tornar a causa delas.

“Sendo proativo, você deixa o papel de vítima, que nunca tem controle sobre a situação. Você aprende a parar, pensar e buscar a melhor forma de agir em cada momento”, diz Lemle. Segundo ele, isso pode ser aplicado em situações tão corriqueiras como uma conversa entre irmãos ou uma briga entre marido e mulher. “Os cabalistas milenares também eram proativos. Abraão ensinava às pessoas que existia um único Criador e que havia uma lei de causa e efeito. Ou seja, ensinava uma forma de encarar a vida”, afirma.

Na busca por essa nova atitude, os alunos aprendem a usar ferramentas cabalísticas. As mais simples são feitas de combinações de letras que não têm nenhum significado em hebraico; são simplesmente chaves, como ABD, que funcionam como uma espécie de mantra para meditação. “O Zohar explica que os olhos são as janelas da alma. Passar os olhos todo dia por essas seqüências de letras nos ajuda nessa mudança espiritual. O processo de visualização alimenta nossa alma para que possamos ser proativos”, diz o professor.

Claro que ninguém vai freqüentar algumas aulas e mudar sua vida de repente. “Uma pessoa precisa estudar física quântica por muitos anos para entendê-la profundamente, mas começa aprendendo a contar de 1 a 10. No curso, é a mesma coisa. O aluno começa contando até 10”, diz ele, acrescentando que mesmo o conhecimento limitado das primeiras aulas do curso já possibilita aos alunos tirar algum proveito na prática, como controlar melhor as emoções no dia-a-dia. “Mas nada vai funcionar se não tivermos a verdadeira intenção de aprender e nos tornarmos pessoas melhores.”

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Não vai viajar? 10 atividades para fazer em casa durante as férias

Não fique preocupada com o recesso escolar! Sempre tem alguma brincadeira para fazer com as crianças. Confira ideias fáceis para a família toda se divertir


1. História em quadrinhos

Os gibis fazem parte das suas lembranças de infância? Então, não seria legal passar um tempo com os seus filhos desenhando histórias em quadrinhos? Pensem nos personagens, deem nomes a eles e imaginem enredos curtinhos. Vai ser uma diversão!


2. Banho de chuva

Férias de verão combinam com chuva. E chuva combina com criança feliz! Começou a pingar? Deixe as crianças livres para brincar e correr. A sensação de liberdade é maravilhosa e você pode entrar na brincadeira também. Por que não?

3. Aplicativos, jogos online e sites educativos

Toda família sabe que é importante controlar o tempo das crianças em frente às telas do computador e dos tablets (a blogueira Paula Rizzo já comentou sobre o assunto), mas não dá para negar que elas adoram brincar com os aplicativos e jogos online disponíveis. Que tal promover breves competições entre vocês? A turminha vai adorar.


4. Festa do pijama

Chame alguns amigos da escola, familiares ou vizinhos e promova uma grande festa do pijama. Legal mesmo é quando tem sessão de cinema com pipoca e café da manhã especial no dia seguinte. Confira aqui todas as dicas para deixar a noite mais bacana.


5. Brincadeiras clássicas

Pular corda e elástico, rodar bambolê, brincar de esconde-esconde e pega-pega... Não esqueça nunca das brincadeiras clássicas infantis. Elas agradam a todas as crianças, nunca saem de moda e podem ser feitas dentro e fora de casa.


6. Guerra de bexigas

Nos dias de chuva, aproveite para recolher água com ajuda da criança. Depois, quando o sol aparecer, encha um monte de bexigas para brincar com as crianças em um dia de calor. Sim, guerra de balões é diversão certa! E, se você mora em condomínio, pode pedir autorização para brincar na quadra do prédio – assim ninguém reclama e você envolve toda a garotada.


7. Fazendo arte com argila

As brincadeiras com argila podem durar o dia inteiro. Separe um cantinho onde vocês possam se sujar bastante. A modelagem é uma delícia, a argila é fresquinha e combina com os dias quentes. Depois que a argila secar, é só pintar os objetos montados com tinta guache.


8. Cozinhando em família


Dizem que a cozinha é o melhor lugar da casa. Se você concorda, leve as crianças para lá com você. Dicas de receitas não faltam (tem um monte delas aqui)! E colocar o seu filho dentro desse processo pode até melhorar o apetite dele.


9. Piquenique

Junte os amigos da escola, do bairro ou do prédio (ou só você e o seu filho mesmo) e promova um piquenique. As crianças podem ajudar a preparar os quitutes e os convidados também colaboram levando os alimentos e bebidas que mais gostam para compartilhar com os colegas. Ah! Aproveite e leia as recomendações da blogueira Patrícia Cerqueira para piqueniques no verão.


10. Brincando de teatro

Vamos estimular a criatividade das crianças brincando de teatrinho? Pode ser com fantoches feitos com meias velhas ou com papel, por exemplo. Se as crianças quiserem virar os personagens, crie fantasias especiais ou monte-as com roupas de toda a família. Dá até para improvisar um palco no quintal. Quem resiste?

Não vai viajar? 10 atividades para fazer em casa durante as férias

Não fique preocupada com o recesso escolar! Sempre tem alguma brincadeira para fazer com as crianças. Confira ideias fáceis para a família toda se divertir 1. História em quadrinhos Os gibis fazem parte das suas lembranças de infância? Então, não seria legal passar um tempo com os seus filhos desenhando histórias em quadrinhos? Pensem nos personagens, deem nomes a eles e imaginem enredos curtinhos. Vai ser uma diversão! 2. Banho de chuva Férias de verão combinam com chuva. E chuva combina com criança feliz! Começou a pingar? Deixe as crianças livres para brincar e correr. A sensação de liberdade é maravilhosa e você pode entrar na brincadeira também. Por que não? 3. Aplicativos, jogos online e sites educativos Toda família sabe que é importante controlar o tempo das crianças em frente às telas do computador e dos tablets , mas não dá para negar que elas adoram brincar com os aplicativos e jogos online disponíveis. Que tal promover breves competições entre vocês? A turminha vai adorar. 4. Festa do pijama Chame alguns amigos da escola, familiares ou vizinhos e promova uma grande festa do pijama. Legal mesmo é quando tem sessão de cinema com pipoca e café da manhã especial no dia seguinte. Confira aqui todas as dicas para deixar a noite mais bacana. 5. Brincadeiras clássicas Pular corda e elástico, rodar bambolê, brincar de esconde-esconde e pega-pega... Não esqueça nunca das brincadeiras clássicas infantis. Elas agradam a todas as crianças, nunca saem de moda e podem ser feitas dentro e fora de casa. 6. Guerra de bexigas Nos dias de chuva, aproveite para recolher água com ajuda da criança. Depois, quando o sol aparecer, encha um monte de bexigas para brincar com as crianças em um dia de calor. Sim, guerra de balões é diversão certa! E, se você mora em condomínio, pode pedir autorização para brincar na quadra do prédio – assim ninguém reclama e você envolve toda a garotada. 7. Fazendo arte com argila As brincadeiras com argila podem durar o dia inteiro. Separe um cantinho onde vocês possam se sujar bastante. A modelagem é uma delícia, a argila é fresquinha e combina com os dias quentes. Depois que a argila secar, é só pintar os objetos montados com tinta guache. 8. Cozinhando em família Dizem que a cozinha é o melhor lugar da casa. Se você concorda, leve as crianças para lá com você. Dicas de receitas não faltam (tem um monte delas aqui)! E colocar o seu filho dentro desse processo pode até melhorar o apetite dele. 9. Piquenique Junte os amigos da escola, do bairro ou do prédio (ou só você e o seu filho mesmo) e promova um piquenique. As crianças podem ajudar a preparar os quitutes e os convidados também colaboram levando os alimentos e bebidas que mais gostam para compartilhar com os colegas. Ah! Aproveite e leia as recomendações da blogueira Patrícia Cerqueira para piqueniques no verão. 10. Brincando de teatro Vamos estimular a criatividade das crianças brincando de teatrinho? Pode ser com fantoches feitos com meias velhas ou com papel, por exemplo. Se as crianças quiserem virar os personagens, crie fantasias especiais ou monte-as com roupas de toda a família. Dá até para improvisar um palco no quintal. Quem resiste?

brinquedos reciclados.

4 – Carrinho com potinho de shampoo e tampinhas de garrafa PET. Apostamos que essa ninguém imaginou… Olha como é simples! É só separar aquela embalagem de shampoo que ia parar no lixo e duas tampinhas de garra PET. Com apenas algumas colagens estará formado um carrinho de brinquedo para animar a brincadeira entre as crianças!
brinquedos-reciclados- 5 – Aviãozinho com palitos de picolé. Dá pra criar lindas artes com a técnica de reciclagem de palitos de picolé. Veja como criar este brinquedo artesanal no passo a passo que mostramos aqui no blog.

FERIAS DAS CRIANÇAS.

Oi pessoal! Ainda em ritmo de férias das crianças, cada dia é uma novidade do que fazer para entretê-las. Hehehehe!!! E se você simplesmente separasse uma manhã com o seu filho em casa para fazer lindos brinquedos artesanais? Super bacana, não é? Pois agora vamos te mostrar como transformar materiais simples, daqueles que você tem casa mas que não tem nenhuma utilidade, em brinquedos originais e o melhor, feitos por você! Vem conferir e fazer esse momento na sua casa ser super especial! brinquedos-reciclados-14 1 – Cobrinha confeccionada com rolhas. É só começar a guardar as rolhas do seus vinhos e criar artes fantásticas com elas. Essa cobra de mentinrinha é bem fácil de fazer, basta cortar várias rodelinhas com as rolhas e deixar uma rolha inteira para ser a cabeça. Faça os retoques necessários da cabeça com um estilete ou faquinha. Depois é só furar todas as rolhas e passar um barbante ou fio de sua preferência por todas, agrupando-as e formando a cobrinha.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Saiba como transformar jornais velhos em máscaras criativas

O jornal é um material bastante versátil para diversos usos depois que as suas notícias ficam velhas. Ele oferece muitas possibilidades para o artesanato, por exemplo. Umas das dicas mais legais é a reutilização deste papel para a confecção de uma máscara. Esta sugestão é muito simples de ser feita e pode ser aplicada até mesmo com crianças. Essa, inclusive é uma atividade bastante comum nas aulas de arte ministradas para alunos do ensino fundamental I e II. Para fazer uma máscara de jornal, siga as instruções abaixo. Materiais necessários: jornal; bexiga; tesoura; cola branca; tinta plástica; guache; pincel; estilete. Como fazer: O preparo começa com o jornal. Portanto separe algumas folhas de uma edição antiga de um impresso e corte-as em pedacinhos quadrados. Um bom tamanho é a medida 3×3 centímetros, mas não é necessário cortá-las totalmente uniformes. Deixe os recortes de lado e prepare a bexiga. Como ela será a fôrma para a máscara, o ideal é enchê-la de ar até que fique no tamanho aproximado do rosto de quem irá utilizá-la. Com a bexiga pronta, inicie a fase seguinte: colagem. Os quadradinhos de jornal devem ser colados em várias camadas por metade da superfície da bexiga. Também é possível fazer a colagem em toda a bexiga, tendo ao final do processo duas máscaras. Em ambos os casos, utilize bastante cola branca e evite deixar rebarbas ou pontas soltas. Quanto mais camadas de papel forem dispostas, mais resistente ficará a máscara. Depois que a etapa de colagem for finalizada, deixe-a secar para que o papel endureça. Feito isso, basta recortar o formato dos olhos, escolher um personagem e soltar a criatividade para a criação de uma máscara personalizada, que pode ser usada em brincadeiras, apresentações de teatro, festas à fantasia e muito mais.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

dinâmica para catequese de Crisma (1 encontro)

tema: Castigo Dinâmica Material: Pedaços de papel e caneta. Desenvolvimento: Distribui-se um pedaço de papel para cada um. Diz a todos o seguinte: Somos todos irmãos não é? Portanto, ninguém aqui vai ficar chateado se receber um castigo do irmão. Então vocês vão escolher uma pessoa, e dar um castigo a ela. Isso será feito da seguinte forma: no papel deverá ser escrito o nome de quem vai dar o castigo, o castigo e o nome de quem vai realizar o castigo. Após recolher todos os papéis o animador fala o desfecho da dinâmica: Acontece que o feitiço virou contra o feiticeiro, portanto quem deu o castigo é que vai realizá-lo. Obs: Caso a pessoa não queira realizar o castigo ela receberá um castigo do grupo todo. Mensagem: O que não queremos para nós, não desejamos para os outros.

saudades

boa noite depois de muito tempo retomarei meu blog, saudades de todos, e espero continuar compartilhando meus conhecimentos com vcs, do mesmo modo aprendendo com todos .

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Boa tarde gente, a quanto tempo já estava com squibb Com saudades de vcs, Pra quem fez o enem Boa sorte.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Como formatar seu próprio trabalho acadêmico: (monografias, dissertação, teses, tcc´s, etc.)

AS PARTES DE UM TRABALHO: 

CAPA: é a cobertura do trabalho, e nela deve-se colocar: 
Nome da Faculdade e seu respectivo logotipo
Título ou nome do tema do trabalho
Nome do aluno
Data e mês do ano.
Nome do Aluno 
Título ou nome do tema do trabalho 
Em um cantinho da folha deve constar a que se destina o trabalho, e o nome do professor que está orientando na elaboração do mesmo. 
Data mês e ano. 
No caso de Teses e Dissertações, o verso da folha de rosto devem conter a ficha catalográfica do trabalho.

DEDICATÓRIA: é feita como uma forma de homenagear-se algum parente, professor, ou alguma pessoa ligada a você sentimentalmente. 

AGRADECIMENTO: Os agradecimentos devem ser dirigidos à aqueles que realmente contribuíram de maneira relevante para a elaboração do seu trabalho, e pode ser dirigido a personalidades do mundo acadêmico, à professores, colegas ou alunos. 

RESUMO: É a apresentação concisa do conteúdo do trabalho, na sua língua original, sendo que algumas faculdades exigem que seja feito também em inglês, por ser considerada uma língua franca mundial. 
O resumo também recebe os nomes de resumo analítico, sinopse ou abstract.  

SUMÁRIO: É relação dos capítulos e seções do trabalho, na ordem em que aparecem, incluindo a numeração do titulo ou capítulo ou seção, número da página inicialmente ligada ao título por linha pontilhada.  

TEMA OU TÍTULO DO SEU TRABALHO: Como dissemos inicialmente Monografia é a exposição exaustiva de um problema ou assunto específico, investigado cientificamente.
Antes de escolher um tema verifique se existe farto material para sua consulta, se acaso estiver fazendo um trabalho de caráter bibliográfico.
Nunca escolha um tema que você não domine, ou não tenha um conhecimento razoável do mesmo, pois se você tiver que apresentá-lo a uma banca, estará mais exposto a imprevistos.

INTRODUÇÃO: A introdução é a parte do texto onde o assunto é apresentado como um todo sem detalhes. Deve conter exposição dos objetivos, formulação de hipóteses e delimitação do assunto tratado.

CORPO DE TRABALHO: É o desenvolvimento do assunto constituído de capítulos, seções e parágrafos.
Se você estiver fazendo um trabalho a nível bibliográfico, ou seja, baseado em outros autores deverá ao final da transcrição também chamada de citação ,colocar entre parênteses o nome do autor, e do ano, ou seja, deverá citar de onde tirou tal informação

PAGINAÇÃO: A capa, contra capa, dedicatória, agradecimento e sumário, são contadas mas não são numeradas.
Só se coloca número de páginas na segunda folha depois da introdução.

FIGURAS E TABELAS: As figuras compreendem: desenhos, fluxogramas, fotografias, organogramas, etc. Devem ter numeração consecutiva em algarismos arábicos, sem distinção entre os diferentes tipos. As legendas devem ser localizadas logo abaixo das figuras, precedidas da palavra "FIGURA" e do número de ordem. 
As tabelas constituem uma categoria específica de ilustração. O título da tabela deve figurar na parte superior da mesma, precedido da palavra "TABELA" e da numeração em algarismo arábico, e ser autoexplicativo indicando onde e quando o fato foi estudado.
Pode-se fazer uso de notas e chamadas colocadas no rodapé da tabela, quando a matéria contida na mesma exigir esclarecimentos. As tabelas nunca são fechadas por linhas laterais. 
Tanto as figuras, quanto as tabelas devem ser inseridas o mais próximo possível do texto a que se referem, e após sua menção.

ANEXOS: material suplementar ao texto colocado após o mesmo para fins de esclarecimento ou documentação. A paginação dos anexos continua a do texto. Os anexos são numerados com algarismos arábicos, seguidos do título. 

CONCLUSÃO: Deve ser fundamentada no texto de seu trabalho, devendo conter deduções lógicas que correspondam aos objetivos da pesquisa. 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: citação das fontes bibliográficas utilizadas pelo autor, organizadas alfabeticamente e numeradas em ordem crescente, ou por ordem de aparecimento no texto. 
Na lista de Referências Bibliográficas só constam as fontes citadas no texto. Caso seja conveniente incluir material sem menção específica no texto, isto deve ser feito sob o título de Obras Consultadas ou Bibliografia Recomendada. 
Na referência bibliográfica, a segunda linha e subsequentes iniciam sob a terceira letra da primeira linha. 
A entrada é feita pelos sobrenomes em maiúsculo dos autores, separados por ponto e vírgula, mencionados na ordem em que aparecem na publicação. 
Quando a obra tem até três autores, todos são colocados na entrada. Quando há mais de três, colocam-se até os três primeiros, seguidos da expressão "et ai.". 
Sendo necessária, pode-se mencionar todos os autores do trabalho, mas este procedimento tem que ser igual para todas as referências bibliográficas. 
Quando a obra é escrita por diversos autores e está sob a responsabilidade de um Editor, Organizador ou Coordenador, a entrada é pelo sobrenome deste responsável acompanhado entre parênteses pela abreviatura da função editorial.

Procedimentos Iniciais para a elaboração do trabalho acadêmico.

Antes do início da leitura desse resumo de procedimentos, cabem duas pequenas observações para que não haja equívocos em relação às colocações que serão apresentadas.
Primeira observação:
Opcional – A palavra opcional significa em seu uso corrente, a liberdade de praticar ou não praticar determinada ação. Por isso, cabe aqui advertir que na apresentação da monografia, embora seja opcional, quanto mais elementos nela estiverem contidos, mais completo será o trabalho. Dos 14 (quatorze) elementos itens presentes na monografia, 8 (oito) são opcionais, paradoxalmente, entretanto, devemos considerá-los indispensáveis.
Dentre muitas outras considerações podemos dizer que mesmo sendo opcionais:
O dístico ? realça a grandiosidade do pensamento humano.
A dedicatória ? demonstra afetividade para com alguém especial.
O agradecimento ? valoriza o sentimento de humildade.
A lista de tabela e ilustrações ? torna o trabalho visual e claro.
A lista de abreviaturas ? impede qualquer associação indevida.
O anexo e o apêndice ? fornecem acesso às fontes consultadas.
O glossário ? define claramente o significado dos termos empregados.
As referências bibliográficas ? tornam o trabalho inequívoco.
Segunda observação:Segunda observação:
As notas de rodapé "ver página (ver pag.)" não devem ser entendidas como apenas mera curiosidade, porém, procedimento indispensável para elaboração da monografia, unindo o conteúdo à visualização gráfica. Portanto, juntamente com o conteúdo proposto, siga com bastante atenção à sugestão do "ver pag.", reportando-se às normas de apresentação gráfica contidas nas páginas finais do manual.
PRIMEIRA PARTE DO CONCEITO
Noções Básicas - Aspectos facilitadores para elaboração de uma monografia:
O que é ? Monografia é a exposição escrita de um tema específico, resultado de investigação científica ou produção intelectual.
Finalidade: Apresentar contribuição relevante ou original e pessoal em relação ao conhecimento, segundo normas metodológicas próprias.
Tipos de Trabalhos Científicos
Trabalhos acadêmicos – é uma pre-monografia, isto é, uma pesquisa sobre um assunto determinado por uma cadeira ou disciplina, com o objetivo de complementação, reposição ou esclarecimento para o aluno.
Trabalhos de graduação ou trabalhos de conclusão de curso (T.C.C.) – é a monografia propriamente dita, versando sobre um tema relacionado com o curso ou uma disciplina. Implica em conteúdo e técnica, tendo por objetivo a conclusão de um determinado curso. A institucionalização de tais monografias de final de curso visa ajustar a qualidade e aproveitamento do ensino que esta ou aquela faculdade oferece.
Dissertação - é a pesquisa desenvolvida em nível de pós-graduação (strictu-sensu), exigida como requisito para a obtenção do grau acadêmico de mestre. Para tal, a monografia deve revelar domínio de conhecimentos específicos na área de concentração e capacidade de síntese. A dissertação de mestrado é defendida publicamente.
Tese – é a pesquisa desenvolvida também em nível de pós-graduação (strictu-sensu). Sua característica principal é a originalidade. Também é um trabalho monográfico defendido publicamente que deverá trazer uma contribuição efetiva para o conhecimento. Requisito exigido para obtenção do grau acadêmico de doutor e títulos universitários de livre-docência e professor titular ou catedrático.
Características
De um modo geral podemos afirmar que uma monografia:
É um trabalho escrito, sistemático e completo, estudo pormenorizado e;
Exaustivo, abordando vários aspectos e ângulos do caso;
Trata de um tema específico ou particular de uma ciência ou de parte dela;
Dá tratamento extenso em profundidade, mas não em alcance (pois é sempre delimitado);
Possui metodologia científica.
Traz uma contribuição importante, original e pessoal para a ciência.
Cuidados
Você poderá por tudo a perder se descuidar daquilo que uma monografia não é. Uma monografia não é:
Repetição pura e simples do que já foi dito por outros, sem apresentar nada de novo, seja em relação ao enfoque, seja em relação ao desenvolvimento ou às conclusões.
Resposta a uma espécie de questionário não é simplesmente executar um trabalho semelhante ao que se fez em um exame ou deveres escolares.
Manifestação de meras opiniões pessoais sem fundamentá-las com dados comprobatórios logicamente correlacionados e embasados em raciocínio.
Exposição de ideias demasiadamente abstratas alheias tanto aos pensamentos, preocupações, conhecimentos ou desejos pessoais do autor da monografia como de sua particular maturidade. Psicológica e intelectual.
Apresentação de uma erudição livresca citando frases irrelevantes, não pertinentes e mal-assimiladas ou desenvolver perífrases sem conteúdo ou distanciadas da particular experiência de cada caso.
Portanto uma monografia ...
É um trabalho que observa e acumula informações; * organiza essas informações e observações;
Procura as relações e regularidades que podem haver entre elas;
Indaga sobre os seus porquês;
Utiliza de forma inteligente as leituras e experiências para comprovação.
Comunica aos demais seus resultados.
Estrutura da Monografia
1 Capa
2 Folha ou página de rosto
3 Folha de avaliação
4 Dístico ou dedicatória (opcional)
5 Agradecimentos (opcional)
6 Sumário
7 Lista de tabelas e ilustrações (opcional)
8 Lista de abreviaturas, siglas e símbolos (opcional)
9 Sinopse
10 Estrutura do Texto
10.1 Introdução
10.2 Corpo do trabalho ou desenvolvimento (capítulos)
10.3 Conclusão
11 Anexo (s) e/ou apêndice (s) (opcional)
12 Glossário (opcional)
13 Referências Bibliográficas (opcional)
14 Bibliografia Detalhando
1. CAPA:
É a cobertura que reveste o trabalho. Deve conter informações idênticas e na mesma ordem que as da folha de rosto. É obrigatória em teses e dissertações e optativa em trabalhos acadêmicos.
2. FOLHA DE ROSTO:
É a folha que apresenta os elementos essenciais à identificação dos trabalho.
Deve conter os seguintes dados:
Autor
 Título
Nota indicando a natureza acadêmica do trabalho, além da unidade de ensino e instituição em que é apresentado.
Nome do orientador ou professor da disciplina.
Alguns exemplos de nota explicativa da natureza do trabalho: Monografia apresentada em cumprimento parcial da exigências do Centro de Pós-graduação UNIVERSIDADE para obtenção do título de mestre em Administração de Empresas. Monografia apresentada em cumprimento parcial da exigências do Centro de Pós-Graduação UNIVERSIDADE para obtenção do título de mestre em Administração de Empresas. Projeto apresentado ao Centro de Pós-graduação UNIVERSIDADE como requisito à aprovação no exame de Qualificação para obtenção do título de mestre em Administração de Empresas.
3. FOLHA de AVALIAÇÃO: (para Dissertação de Mestrado):
Deve constar logo após a folha de rosto, em folha distinta, com ou sem os termos de avaliação. O título "Banca Examinadora" deverá figurar a 17 cm da borda superior da página ou a 14 cm da margem superior da página, recuado a 9 cm da borda esquerda ou a 6 cm da margem esquerda da página. A fonte a ser utilizada para o título: 16 times new roman ou 14 verdana.
4. DÍSTICO OU DEDICATÓRIA: (opcional):
O dístico consiste em máxima ou pensamento relacionado com o conteúdo exposto, podendo até figurar no início das partes principais do texto. A dedicatória é uma homenagem prestada a alguém. Tanto o dístico quanto a dedicatória devem ser dispostos em folhas distintas, sem aspas e alinhados na margem direita.
5. AGRADECIMENTOS: (opcional):
Gratidão para com aqueles que de uma forma ou de outra contribuíram para o êxito do trabalho.
6. SUMÁRIO:
É a relação dos capítulos e seções do trabalho na ordem em que aparecem. O sumário deve estar colocado antes do resumo para propiciar visão geral de conjunto, facilitando a localização das diferentes partes que compõem o texto. No sumário deve constar:
Indicativo numérico de dada capítulo ou seção e subseções;
Os respectivos títulos interligados por linhas pontilhadas às folhas do trabalho onde os textos correspondentes se iniciam.
Não confunda:
sumário não é índice sumário não é tabela sumário não é sinopse

Saiba que: índice é a relação detalhada dos assuntos, nomes de pessoas, nomes geográficos e outros, geralmente em ordem alfabética. sinopse é a apresentação concisa do texto, destacando os aspectos de maior interesse e importância. lista é a enumeração de elementos de apresentação de dados e informações (gráficos, mapas, tabelas) utilizados no trabalho. Portanto ...
O sumário é a relação dos capítulos e seções do trabalho na ordem em que aparecem e deve figurar no início do trabalho, antes do resumo (e das listas de tabelas e ilustrações, abreviaturas, siglas e símbolos, se houver).
O índice deve ser colocado no final do trabalho monográfico e consiste numa lista detalhada dos assuntos, nomes de pessoas, instituições, nomes geográficos, acontecimentos, etc., que devem ser organizados preferencialmente em ordem alfabética, com indicação de sua localização na página da publicação em que aparece.
7. LISTA DE TABELAS e ILUSTRAÇÕES: (opcional):
Enumeração de elementos de apresentação de dados e informações utilizados no trabalho.Devem ser inseridas no texto, o mais perto possível do trecho a que se referem. Cada tabela ou ilustração deve Ter um número e um título. A ilustração deve ficar reduzida a uma única página, evitando-se ao máximo material desdobrável. Tabelas e ilustrações, quando muito numerosas, devem vir em anexo para não sobrecarregarem o texto. Se o número de tabelas ou ilustrações excederem a cinco é recomendável colocá-la após o índice. A construção gráfica é a mesma do sumário.
8. LISTA DE ABREVIATURAS, SIGLAS e SÍMBOLOS: (opcional):
Possuem a mesma estrutura do sumário e da lista de tabelas e ilustrações.
9. SINOPSE:
É a apresentação concisa do texto, destacando os aspectos de maior interesse e importância. Nele o conteúdo é apresentado em forma de texto reduzido.
Considere com bastante cuidado esses aspectos:
Escrever na língua do texto, sendo aconselhável a versão em uma ou mais línguas de difusão internacional, na página seguinte (Abstract em inglês);
 Incluir obrigatoriamente sinopse em português, no caso de trabalhos em língua estrangeira;
Redigir em um único parágrafo, em espaço simples e em página distinta;
Redigir com frases completas e não com sequências de títulos;
 Ressaltar os objetivos , os métodos, os resultados e as conclusões do trabalho.
10. ESTRUTURA DO TEXTO
O texto é a parte do trabalho em que o assunto é apresentado em desenvolvido. Pode ser dividido em capítulos e seções, ou somente em capítulos. Geralmente é composto de Introdução, Desenvolvimento e Conclusão, entretanto, conforme a finalidade a que se destina, pode ser estruturado de maneira distinta. Ao redigir o texto, lembre-se:
* Introdução
* Desenvolvimento
* Conclusão
10.1 Introdução: É a parte do trabalho onde o assunto é apresentado como um todo, sem detalhes. Trata-se do elemento explicativo do autor para o leitor. O conteúdo da introdução deve se voltar para : * anunciar o tema do trabalho * esclarecer de maneira sucinta o assunto * delimitar a extensão e profundidade que se pretende adotar no enfoque do tema. * apresentar as idéias mestras do desenvolvimento do assunto * apontar os objetivos do trabalho * evidenciar a relevância do assunto a ser tratado. * a primeira página da introdução é contabilizada, mas não é numerada.
10.2 Desenvolvimento: Temos aqui o corpo do trabalho propriamente dito. É a parte mais extensa e visa comunicar os resultados da pesquisa, composto basicamente de exposição, argumentação e discussão. Exposição – processo pelo qual são descritos e analisados os fatos ou apresentadas as idéias. Argumentação – defende a validade das idéias através do raciocínio lógico, da evidência racional dos fatos , de maneira ordenada, classificando-os e hierarquizando-os. Discussão – consiste na comparação das ideias, refutando ou confirmando os argumentos anteriormente apresentados mediante um exercício de interpretação. Ao desenvolver o texto, lembre-se: Exposição Argumentação Discussão
10.3 Conclusão: a conclusão é a síntese interpretativa dos argumentos ou dos elementos contidos no desenvolvimento. Por isso não admite nenhuma ideia, nenhum fato ou argumento novo. No caso do trabalho não ser conclusivo, aconselha-se intitular a parte final como ‘considerações finais’. Lembre-se: Na conclusão é importante o seu Juízo de valor.
11. ANEXO (opcional)
É a matéria suplementar, tal como leis, questionários, estatísticas, que se acrescenta a um trabalho como esclarecimento ou documentação, sem dele constituir parte essencial. Os anexos são numerados em algarismos arábicos seguidos do título. Sua localização é no final do trabalho, antes do glossário, se houver.
12. GLOSSÁRIO (opcional)
É a relação de palavras de uso restrito, acompanhadas das respectivas definições que devem figurar após o texto com o objetivo de esclarecer o leitor sobre o significado dos termos empregados no trabalho. É apresentado em ordem alfabética, depois dos anexos e antes das referências bibliográficas.
13. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (opcional)
Constituem a relação das fontes utilizadas pelo autor. Todas as obras citadas no texto devem obrigatoriamente figurar nas referências bibliográficas para permitir identificação inequívoca da obra.
14. BIBLIOGRAFIA
É a relação alfabética, cronológica ou sistemática de documentos sobre determinado assunto ou autor. No final do artigo ou do livro, acrescenta-se a bibliografia final. Devem constar obrigatoriamente os seguintes elementos essenciais: autor, título do documento, edição, local de publicação, editora e data; mas podem ser acrescentados os seguintes dados: tradutor, volume, coleção, número de série e número de páginas.