Belém- Pará- Brasil

sexta-feira, 2 de março de 2012

Planejando a Atividade Lúdica

Para refletir!!!!

"Quem quer aprender, o faz até embaixo da árvore, escrevendo seus raciocínio em papel de pão!!! Não é disso que o ensino brasileiro está precisando; mas sim de vontade, tanto por parte dos políticos, quanto por parte dos alunos. É muito fácil colocar a culpa nos métodos usados pelos professores; e como fica a vontade de aprender dos alunos? Newton usou notebook em sala de aula? Einstein, por acaso, deteve-se com um tablet? Vale a pena refletir".
 

tecnologia na sala de aula

A tecnologia chega à sala de aula, mas cabe ao professor saber usá-la. Porque fazer uso de computadores simplesmente para rolar até a página 63 de um livro didático digital e continuar fazendo exercícios "sem nexo"!! Então, para que adiantou a implementação desta nova ferramenta de aprendizagem!? A tecnologia está aí para nos auxiliar no processo de ensino-aprendizagem e não simplesmente para substituir o "quadro negro"!"
 

SER PROFESSOR

SER PROFESSOR

Se alguém lhe perguntasse qual é a mais nobre das profissões, o que você responderia?

Talvez a resposta correta seja: Todas. Todas as que são exercidas com nobreza.

Todavia, há uma profissão da qual praticamente todas as demais dependem: é a de professor.

Esse profissional é o grande responsável pela formação intelectual dos seres que passam pelas salas de aula. E não são poucos.

O professor é quase um segundo pai e a professora, uma segunda mãe, pois ambos têm o poder de influenciar sobremaneira, na formação dos caracteres de seus alunos.

Por isso, a profissão do educador é uma das mais nobres e também de grande responsabilidade.

Se todo professor tivesse consciência da gravidade da ação que exerce sobre seus educandos, certamente a nossa sociedade seria melhor.

Não queremos dizer que toda responsabilidade pese sobre o professor, mas grande parte dela, já que os pais são os maiores responsáveis pela conduta moral dos filhos.

No entanto, há professores e professores.

Há aqueles que não passam de comerciantes da educação. Dão suas aulas como quem se desincumbe de pesado fardo, pensando no valor que recebem no final do mês.

Há os indiferentes, que dão aulas de forma maquinal, não se esforçam nem para sair da mesmice, que os alunos já não suportam mais.

Há aqueles que são o exemplo vivo da deseducação. Sentam-se na mesa, gritam para serem ouvidos, esmurram a mesa ou o quadro para chamar a atenção dos educandos.

Há também os que pensam que crianças são adultos em miniatura. Não usam a criatividade nem para buscar o aperfeiçoamento pessoal e fazem apenas o que seus superiores lhes ditam.

Ser professor, no verdadeiro sentido da profissão, é ajudar a formar cidadãos de bem. É conhecer o aluno e procurar extrair o que tem de melhor em sua intimidade, ajudando-o a reformular o que tenha que ser repensado.

Ser professor é estar sempre em busca do próprio aperfeiçoamento, para melhor servir.

É buscar sempre o que tem de melhor, para oferecer aos seus educandos.

É jamais se conformar com os desafios, por mais imponentes que sejam.

Ser professor é descobrir em cada aluno seu universo de potencialidades e ajudá-lo a desenvolvê-las.

Ser professor é muito mais do que passar teorias e conceitos. É edificar pelo próprio exemplo.

É romper com os modelos ultrapassados de incutir na cabeça do educando fórmulas prontas. É incentivar a criatividade, permitindo o surgimento de mentes mais preparadas para a construção de um mundo novo, onde não haja lugar para o preconceito, para a hipocrisia, nem para a subjugação dos mais fracos.

Ser professor, finalmente, é poder aplicar o amor na sua mais expressiva manifestação de sublimidade. É fazer brilhar no íntimo de cada aluno, a chama sagrada que o Criador ali depositou.

* * *

O nobre professor é abençoado maestro que consegue retirar dessa harpa viva, que é o coração da criança, a mais sublime musicalidade.

Sabe dedilhar nas cordas mais sutis da alma juvenil, a canção do dever e da justiça.


Consegue despertar nas almas que lhe ouvem os sábios conselhos, a mais harmoniosa melodia da esperança, da fé e do amor sem limites.
Texto: Momento Espírita

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Felicitações

À todos que viajaram para curtir o carnaval, aproveitem bem com atenção.
E aqueles que ficaram para relaxar que tal, ler um bom livro.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Confissão de "Um Educador Socia

È muito legal, vale apena Lê

Vejamos :

Numa determinada situação de minha vida reflito uma ocasião para o meu lado de meditação e confissão. Algumas situações me faz relembrar de uma formatura , onde o" Reitor" era um Profº de ciências politícas. O mestre de cerimônia com a lista de convidados para composição da mesa deu inicio ao ato de cermônia.
Quando ele anunciou cada um , es que cada formando eufórico fruto do momento se sentiu afetado com um acontecimento na ocasião, ao ser anunciado um dos convidados este era "HUM' , mas como assim; convido o Doutor para completar o assento da  mesa e fazer abertura junto com o reitor para os formandos.
Todos incomodados se perguntavam quem é ? Esse convidado acabou ocasionando um certo suspense , poxa essa pessoa foi novamente anunciado e aí o mestre de cerimônia disse " Senhor " você está entre nós, queira se levantar "Doutor" . Mas pessoa se mantinha no silêncio , e aí o reitor resolveu quebrar o silêncio  o protocolo e assumiu o papel do mestre de cerimônia , pegou o microfone e disse , quero entre as féras que aqui estão se formando convidar o meu mestre da fé e das lutas para dá o brilho de sua experiência e o testemunho de um titulo de vida não o do saber.
Foi ele o reitor que revelou o tal doutor "HUM" se trata de uma pessoa um tanto aberto ao dialogo e de espirito democrático, com suas convicções ideologica  instrumento de sua vida ética.
Este é amigo , companheiro e camarada . Que as lutas e preconceitos não serão almas gemêas , ser educador informal não é apenas ser formador  para os que virão.
Convido: o senhor, doutor,companheiro,mestre,amigo,camarada mas acima de todas as formalidades o Daniel.
Poxa  Doutora, este daniel não se escreve com diminutivo, mas com o seu espirito de Humberto , como assim ? "HUM" , este Professora não é o Castelo ,castelo aquele que diminuio as lutas com as  posturas de ditador, Branco , este é um Brasileiro que fala lingua do povo! Sabe ser hoje um conselheiro não é substimar um "delegado" , mesmo este ou aqueles são só um mérito informal de uma visão institucional para um momento de construção de uma vida da cidade.
Voltando ao reitor, ele então me conveceu de ir atá aquela mesa  e ser o Daniel este companheiro quando estou num compromisso não rezo, mas faço de minha vida um ato de fé e das lutas um ato de construção coletiva  capaz de entender aquele Daniel que ali estava entre as féras na formatura,por um lápso hove um erro na lista só escreveram o HUM. E este não seria  devorado ou colocado na cova de uns Leões , mas por ser Remista até Deus pintou o céu todinho azul.O Humberto Castelo Branco , este também era brasileiro , e este Humberto é só 1 é de uma pele mas de um sangue vermelho , que não sobe aos montes de castelos para derrubar ou ditar como imposição do saber , sabe o "Saber é também " uma "Ditadura"
Por fim estou em uma nova formatura de vida e ao meu lado tem pessoas sábias e inteligentes, Todos somos gentes e neste lado acredito ´minha aula inaugural de vida está novamente sendo coolcado  neste momento na vida de cada um e cada uma traduzo uma frase: lá na então formatura , aqui cada um vai escolher o seu caminho de vida somos juntos um acumulo do conhecimento e ao futuro será transcrito nossa vida.Nem ela sabe o destino de nossa alma , juntos se na fé chegaremos as alturas de um eterno destino : nascemos , vivemos e um dia morreremos.
Vamos então plantar o futuro, ainda quando temos tempo de plantar todos juntos.
Cofissão de um Educador não se planeja com o saber, não se escrve o nome de um convidado errado onde lá há o saber  "Acadêmico" Reitor , as ilhas  se movem nas àguas movem o alicer de uma cidade, as mãos de nossos conhecimentos  também pode escrever o certo pelo errado por um simples fato sejamos as meditações e humildade como instrumento humano.Senão seremos um simples doutor num ato de fé.
Abçs.!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Falar em falta de motivação

Ilustração: Thiago Cruz
Ilustração: Thiago Cruz
 

Uma parábola conta que um homem olhava uma construção. Curioso, perguntou a um dos operários o que ele estava fazendo. Triste, ele respondeu: "Erguendo uma parede". Em seguida, questionou outro trabalhador, que disse: "Estou fazendo um prédio". Percebendo que havia um homem alegre e envolvido com os afazeres, não resistiu e repetiu a pergunta. Ouviu: "Estou construindo uma escola e, com isso, ajudando a acabar com o analfabetismo e fazer com que as pessoas sejam mais felizes".

Muitos gestores reclamam da "falta de motivação" da equipe. Alguns até buscam justificativa para essa postura na remuneração insatisfatória e na indisciplina dos alunos. Esses fatores - que podem funcionar como um atrativo -, além de estarem longe do alcance do gestor escolar, não são os que mobilizam as pessoas para o trabalho. "O envolvimento de fato decorre de uma dinâmica interna que tem a ver com o sentido que os homens dão às próprias ações", explica Bernard Charlot, filósofo francês e professor visitante da Universidade Federal de Sergipe. Para ele, não há desejo se o indivíduo não vê sentido no que faz: "As pessoas conseguem trabalhar juntas quando estão envolvidas no mesmo propósito, mesmo que cada uma atribua um sentido diferente ao que realiza." Ou seja, para mobilizar a equipe, o gestor precisa descobrir qual o aspecto do trabalho que desperta o desejo em cada professor e em cada funcionário. Para alguns, talvez seja se sentir inserido em um grupo. Para outros, o desafio de melhorar o mundo por meio da Educação.


Vale lembrar que muitas vezes as atitudes dos funcionários são reflexos da insatisfação dos gestores. Afinal, tanto em empresas como em escolas, é muito comum que os diretores e os responsáveis pelas diversas áreas imprimam o clima dominante na instituição. Então, como virar o jogo e envolver a equipe para canalizar os esforços para a mesma meta?


A saída não é promover eventos especiais e dinâmicas mirabolantes. A solução está no dia a dia: fazer com que todos percebam a importância da sua função para o objetivo final da escola, que é a aprendizagem dos alunos. Um profissional sempre se sente valorizado quando é chamado a participar da elaboração de propostas que tragam resultados. Ouvir as sugestões que ele tem para dar nos diversos projetos e na dinâmica da escola é uma forma de respeitá-lo e envolvê-lo nos resultados. "Dessa forma, todos se sentem responsáveis", afirma Lino de Macedo, professor titular de Psicologia do Desenvolvimento do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo.


Os gestores precisam estabelecer metas compartilhadas e promover a comunicação efetiva, criando uma cultura produtiva na instituição. É necessário modificar as estruturas que dificultam o cotidiano e criar processos de colaboração para que os ambientes valorizem os que ali trabalham, imprimindo um tratamento profissional à equipe.