Belém- Pará- Brasil

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Procedimentos Iniciais para a elaboração do trabalho acadêmico.

Antes do início da leitura desse resumo de procedimentos, cabem duas pequenas observações para que não haja equívocos em relação às colocações que serão apresentadas.
Primeira observação:
Opcional – A palavra opcional significa em seu uso corrente, a liberdade de praticar ou não praticar determinada ação. Por isso, cabe aqui advertir que na apresentação da monografia, embora seja opcional, quanto mais elementos nela estiverem contidos, mais completo será o trabalho. Dos 14 (quatorze) elementos itens presentes na monografia, 8 (oito) são opcionais, paradoxalmente, entretanto, devemos considerá-los indispensáveis.
Dentre muitas outras considerações podemos dizer que mesmo sendo opcionais:
O dístico ? realça a grandiosidade do pensamento humano.
A dedicatória ? demonstra afetividade para com alguém especial.
O agradecimento ? valoriza o sentimento de humildade.
A lista de tabela e ilustrações ? torna o trabalho visual e claro.
A lista de abreviaturas ? impede qualquer associação indevida.
O anexo e o apêndice ? fornecem acesso às fontes consultadas.
O glossário ? define claramente o significado dos termos empregados.
As referências bibliográficas ? tornam o trabalho inequívoco.
Segunda observação:Segunda observação:
As notas de rodapé "ver página (ver pag.)" não devem ser entendidas como apenas mera curiosidade, porém, procedimento indispensável para elaboração da monografia, unindo o conteúdo à visualização gráfica. Portanto, juntamente com o conteúdo proposto, siga com bastante atenção à sugestão do "ver pag.", reportando-se às normas de apresentação gráfica contidas nas páginas finais do manual.
PRIMEIRA PARTE DO CONCEITO
Noções Básicas - Aspectos facilitadores para elaboração de uma monografia:
O que é ? Monografia é a exposição escrita de um tema específico, resultado de investigação científica ou produção intelectual.
Finalidade: Apresentar contribuição relevante ou original e pessoal em relação ao conhecimento, segundo normas metodológicas próprias.
Tipos de Trabalhos Científicos
Trabalhos acadêmicos – é uma pre-monografia, isto é, uma pesquisa sobre um assunto determinado por uma cadeira ou disciplina, com o objetivo de complementação, reposição ou esclarecimento para o aluno.
Trabalhos de graduação ou trabalhos de conclusão de curso (T.C.C.) – é a monografia propriamente dita, versando sobre um tema relacionado com o curso ou uma disciplina. Implica em conteúdo e técnica, tendo por objetivo a conclusão de um determinado curso. A institucionalização de tais monografias de final de curso visa ajustar a qualidade e aproveitamento do ensino que esta ou aquela faculdade oferece.
Dissertação - é a pesquisa desenvolvida em nível de pós-graduação (strictu-sensu), exigida como requisito para a obtenção do grau acadêmico de mestre. Para tal, a monografia deve revelar domínio de conhecimentos específicos na área de concentração e capacidade de síntese. A dissertação de mestrado é defendida publicamente.
Tese – é a pesquisa desenvolvida também em nível de pós-graduação (strictu-sensu). Sua característica principal é a originalidade. Também é um trabalho monográfico defendido publicamente que deverá trazer uma contribuição efetiva para o conhecimento. Requisito exigido para obtenção do grau acadêmico de doutor e títulos universitários de livre-docência e professor titular ou catedrático.
Características
De um modo geral podemos afirmar que uma monografia:
É um trabalho escrito, sistemático e completo, estudo pormenorizado e;
Exaustivo, abordando vários aspectos e ângulos do caso;
Trata de um tema específico ou particular de uma ciência ou de parte dela;
Dá tratamento extenso em profundidade, mas não em alcance (pois é sempre delimitado);
Possui metodologia científica.
Traz uma contribuição importante, original e pessoal para a ciência.
Cuidados
Você poderá por tudo a perder se descuidar daquilo que uma monografia não é. Uma monografia não é:
Repetição pura e simples do que já foi dito por outros, sem apresentar nada de novo, seja em relação ao enfoque, seja em relação ao desenvolvimento ou às conclusões.
Resposta a uma espécie de questionário não é simplesmente executar um trabalho semelhante ao que se fez em um exame ou deveres escolares.
Manifestação de meras opiniões pessoais sem fundamentá-las com dados comprobatórios logicamente correlacionados e embasados em raciocínio.
Exposição de ideias demasiadamente abstratas alheias tanto aos pensamentos, preocupações, conhecimentos ou desejos pessoais do autor da monografia como de sua particular maturidade. Psicológica e intelectual.
Apresentação de uma erudição livresca citando frases irrelevantes, não pertinentes e mal-assimiladas ou desenvolver perífrases sem conteúdo ou distanciadas da particular experiência de cada caso.
Portanto uma monografia ...
É um trabalho que observa e acumula informações; * organiza essas informações e observações;
Procura as relações e regularidades que podem haver entre elas;
Indaga sobre os seus porquês;
Utiliza de forma inteligente as leituras e experiências para comprovação.
Comunica aos demais seus resultados.
Estrutura da Monografia
1 Capa
2 Folha ou página de rosto
3 Folha de avaliação
4 Dístico ou dedicatória (opcional)
5 Agradecimentos (opcional)
6 Sumário
7 Lista de tabelas e ilustrações (opcional)
8 Lista de abreviaturas, siglas e símbolos (opcional)
9 Sinopse
10 Estrutura do Texto
10.1 Introdução
10.2 Corpo do trabalho ou desenvolvimento (capítulos)
10.3 Conclusão
11 Anexo (s) e/ou apêndice (s) (opcional)
12 Glossário (opcional)
13 Referências Bibliográficas (opcional)
14 Bibliografia Detalhando
1. CAPA:
É a cobertura que reveste o trabalho. Deve conter informações idênticas e na mesma ordem que as da folha de rosto. É obrigatória em teses e dissertações e optativa em trabalhos acadêmicos.
2. FOLHA DE ROSTO:
É a folha que apresenta os elementos essenciais à identificação dos trabalho.
Deve conter os seguintes dados:
Autor
 Título
Nota indicando a natureza acadêmica do trabalho, além da unidade de ensino e instituição em que é apresentado.
Nome do orientador ou professor da disciplina.
Alguns exemplos de nota explicativa da natureza do trabalho: Monografia apresentada em cumprimento parcial da exigências do Centro de Pós-graduação UNIVERSIDADE para obtenção do título de mestre em Administração de Empresas. Monografia apresentada em cumprimento parcial da exigências do Centro de Pós-Graduação UNIVERSIDADE para obtenção do título de mestre em Administração de Empresas. Projeto apresentado ao Centro de Pós-graduação UNIVERSIDADE como requisito à aprovação no exame de Qualificação para obtenção do título de mestre em Administração de Empresas.
3. FOLHA de AVALIAÇÃO: (para Dissertação de Mestrado):
Deve constar logo após a folha de rosto, em folha distinta, com ou sem os termos de avaliação. O título "Banca Examinadora" deverá figurar a 17 cm da borda superior da página ou a 14 cm da margem superior da página, recuado a 9 cm da borda esquerda ou a 6 cm da margem esquerda da página. A fonte a ser utilizada para o título: 16 times new roman ou 14 verdana.
4. DÍSTICO OU DEDICATÓRIA: (opcional):
O dístico consiste em máxima ou pensamento relacionado com o conteúdo exposto, podendo até figurar no início das partes principais do texto. A dedicatória é uma homenagem prestada a alguém. Tanto o dístico quanto a dedicatória devem ser dispostos em folhas distintas, sem aspas e alinhados na margem direita.
5. AGRADECIMENTOS: (opcional):
Gratidão para com aqueles que de uma forma ou de outra contribuíram para o êxito do trabalho.
6. SUMÁRIO:
É a relação dos capítulos e seções do trabalho na ordem em que aparecem. O sumário deve estar colocado antes do resumo para propiciar visão geral de conjunto, facilitando a localização das diferentes partes que compõem o texto. No sumário deve constar:
Indicativo numérico de dada capítulo ou seção e subseções;
Os respectivos títulos interligados por linhas pontilhadas às folhas do trabalho onde os textos correspondentes se iniciam.
Não confunda:
sumário não é índice sumário não é tabela sumário não é sinopse

Saiba que: índice é a relação detalhada dos assuntos, nomes de pessoas, nomes geográficos e outros, geralmente em ordem alfabética. sinopse é a apresentação concisa do texto, destacando os aspectos de maior interesse e importância. lista é a enumeração de elementos de apresentação de dados e informações (gráficos, mapas, tabelas) utilizados no trabalho. Portanto ...
O sumário é a relação dos capítulos e seções do trabalho na ordem em que aparecem e deve figurar no início do trabalho, antes do resumo (e das listas de tabelas e ilustrações, abreviaturas, siglas e símbolos, se houver).
O índice deve ser colocado no final do trabalho monográfico e consiste numa lista detalhada dos assuntos, nomes de pessoas, instituições, nomes geográficos, acontecimentos, etc., que devem ser organizados preferencialmente em ordem alfabética, com indicação de sua localização na página da publicação em que aparece.
7. LISTA DE TABELAS e ILUSTRAÇÕES: (opcional):
Enumeração de elementos de apresentação de dados e informações utilizados no trabalho.Devem ser inseridas no texto, o mais perto possível do trecho a que se referem. Cada tabela ou ilustração deve Ter um número e um título. A ilustração deve ficar reduzida a uma única página, evitando-se ao máximo material desdobrável. Tabelas e ilustrações, quando muito numerosas, devem vir em anexo para não sobrecarregarem o texto. Se o número de tabelas ou ilustrações excederem a cinco é recomendável colocá-la após o índice. A construção gráfica é a mesma do sumário.
8. LISTA DE ABREVIATURAS, SIGLAS e SÍMBOLOS: (opcional):
Possuem a mesma estrutura do sumário e da lista de tabelas e ilustrações.
9. SINOPSE:
É a apresentação concisa do texto, destacando os aspectos de maior interesse e importância. Nele o conteúdo é apresentado em forma de texto reduzido.
Considere com bastante cuidado esses aspectos:
Escrever na língua do texto, sendo aconselhável a versão em uma ou mais línguas de difusão internacional, na página seguinte (Abstract em inglês);
 Incluir obrigatoriamente sinopse em português, no caso de trabalhos em língua estrangeira;
Redigir em um único parágrafo, em espaço simples e em página distinta;
Redigir com frases completas e não com sequências de títulos;
 Ressaltar os objetivos , os métodos, os resultados e as conclusões do trabalho.
10. ESTRUTURA DO TEXTO
O texto é a parte do trabalho em que o assunto é apresentado em desenvolvido. Pode ser dividido em capítulos e seções, ou somente em capítulos. Geralmente é composto de Introdução, Desenvolvimento e Conclusão, entretanto, conforme a finalidade a que se destina, pode ser estruturado de maneira distinta. Ao redigir o texto, lembre-se:
* Introdução
* Desenvolvimento
* Conclusão
10.1 Introdução: É a parte do trabalho onde o assunto é apresentado como um todo, sem detalhes. Trata-se do elemento explicativo do autor para o leitor. O conteúdo da introdução deve se voltar para : * anunciar o tema do trabalho * esclarecer de maneira sucinta o assunto * delimitar a extensão e profundidade que se pretende adotar no enfoque do tema. * apresentar as idéias mestras do desenvolvimento do assunto * apontar os objetivos do trabalho * evidenciar a relevância do assunto a ser tratado. * a primeira página da introdução é contabilizada, mas não é numerada.
10.2 Desenvolvimento: Temos aqui o corpo do trabalho propriamente dito. É a parte mais extensa e visa comunicar os resultados da pesquisa, composto basicamente de exposição, argumentação e discussão. Exposição – processo pelo qual são descritos e analisados os fatos ou apresentadas as idéias. Argumentação – defende a validade das idéias através do raciocínio lógico, da evidência racional dos fatos , de maneira ordenada, classificando-os e hierarquizando-os. Discussão – consiste na comparação das ideias, refutando ou confirmando os argumentos anteriormente apresentados mediante um exercício de interpretação. Ao desenvolver o texto, lembre-se: Exposição Argumentação Discussão
10.3 Conclusão: a conclusão é a síntese interpretativa dos argumentos ou dos elementos contidos no desenvolvimento. Por isso não admite nenhuma ideia, nenhum fato ou argumento novo. No caso do trabalho não ser conclusivo, aconselha-se intitular a parte final como ‘considerações finais’. Lembre-se: Na conclusão é importante o seu Juízo de valor.
11. ANEXO (opcional)
É a matéria suplementar, tal como leis, questionários, estatísticas, que se acrescenta a um trabalho como esclarecimento ou documentação, sem dele constituir parte essencial. Os anexos são numerados em algarismos arábicos seguidos do título. Sua localização é no final do trabalho, antes do glossário, se houver.
12. GLOSSÁRIO (opcional)
É a relação de palavras de uso restrito, acompanhadas das respectivas definições que devem figurar após o texto com o objetivo de esclarecer o leitor sobre o significado dos termos empregados no trabalho. É apresentado em ordem alfabética, depois dos anexos e antes das referências bibliográficas.
13. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (opcional)
Constituem a relação das fontes utilizadas pelo autor. Todas as obras citadas no texto devem obrigatoriamente figurar nas referências bibliográficas para permitir identificação inequívoca da obra.
14. BIBLIOGRAFIA
É a relação alfabética, cronológica ou sistemática de documentos sobre determinado assunto ou autor. No final do artigo ou do livro, acrescenta-se a bibliografia final. Devem constar obrigatoriamente os seguintes elementos essenciais: autor, título do documento, edição, local de publicação, editora e data; mas podem ser acrescentados os seguintes dados: tradutor, volume, coleção, número de série e número de páginas.

Como começar a Investigação Científica?

Transformar o não linear em linear Eis a questão ?!
A primeira e grande dificuldade para elaboração de uma monografia reside em saber a melhor maneira de transformar o pensamento (que não é linear) em texto (linear). O processo de verbalização pelo qual um conhecimento não verbal é transformado em linguagem, é um processo criativo que exige do emissor saber o que dizer (conteúdo) e como dizer (expressão).
 Entretanto, para produzir a monografia, antes da redação do texto propriamente dito, quando associamos o que dizer e como dizer, é necessário todo um árduo percurso, isto é, o processo investigação científica. De forma sintética podemos considerar que a produção de um texto científico é constituído de dois processos complementares: investigação científica e produção textual.

Os 4 passos da Investigação Científica:
1. Planejamento, é a elaboração mental do trabalho seguido de levantamento de hipóteses. Essa primeira etapa está estreitamente ligada à consulta bibliográfica, levando em consideração o conhecimento prévio do pesquisador e o problema por ele levantado.
2. Coleta de Dados é a obtenção do material a ser analisado.
3. Organização dos dados é a fase de ordenamento do material da pesquisa. Na maioria da vezes depende de uma nova consulta bibliográfica.
4. Confecção de tabelas, gráficos podem ser utilizados ou não pelo pesquisador.

Produção Textual
 As seis redações:
redação dos resultados
redação do material e dos métodos
redação da discussão
redação da conclusão
redação da introdução
redação da sinopse

As duas exigências básicas:
Objetividade – emprego da linguagem denotava, isto é, cada palavra deve apresentar seu significado próprio, constante no dicionário e não dar margem a outras interpretações.
Impessoalidade – o emprego do pronome pessoal não é recomendável.
Deve-se utilizar verbos que tendem à impessoalidade.
Cuidado: Não seja pedante!
É desaconselhável o plural da modéstia, isto é, o uso do pronome "nós" querendo significar "eu".
É preciso saber usar com propriedade: Citações e as notas de rodapé.
Citação é a menção no texto de uma informação colhida de outra fonte.
Pode ser uma simples transcrição ou paráfrase, direta ou indireta, extraída de fonte escrita ou oral.

Finalidade da Citação
Prestar informações - Confirmar opinião apresentada, isto é, utilizar o argumento da autoridade para comprovar ou confirmar determinada tese ou opinião. Contrariar uma afirmação, ou seja, a crítica propriamente dita .

Quanto a seus aspectos externos as citações podem ser:
Formais – Transcrevem-se fielmente as palavras textuais de outrem (ipsis litteris).
Conceptuais – reproduzem -se as ideias de outrem com sínteses pessoais (paráfrase) Mistas - Insere-se na síntese de algum texto, termos ou expressões tiradas de documentos.
Quanto ao documento consultado Diretas – Citações de primeira mão. Transcrevem-se fielmente idéias do autor lido. Indiretas - Citações de segunda mão. Transcrevem-se as ideias coletadas em documentos que as registram, porém , citadas por outros autores. Quando a citação for indireta, utiliza-se a expressão latina apud, que significa "em", "citado", "por".
Recomenda-se o uso da citação direta. A citação indireta é correta, porém, sempre que possível deve ser evitada. A citação indireta deve ser utilizada quando a obra for rara ou não estiver traduzida para o português ( o autor não domina a língua original que a obra foi editada) ou estiver esgotada. Quando houver intervenção do autor da monografia, na citação, ela deve figurar entre colchetes. [...................................]

Curiosidades acadêmicas
Se a citação curta inicia o período, as aspas fecham depois do ponto final.
Se a citação curta não inicia o período, as aspas fecham depois do ponto final.

Notas de Rodapé
As notas de rodapé são referências que aparecem ao final das páginas, indicando a fonte consultada.
As notas explicativas (rodapé), são explicações que não são incluídas no texto para evitar prejuízos à argumentação.

Finalidade
Referir o autor, a obra e o lugar das citações feitas no texto. Fazer certas considerações suplementares ou marginais que não caberiam no texto sem quebrar a sequência lógica. Remeter o leitor a outras partes do trabalho, a outros trabalhos ou às fontes

temas para TCC sugestoes

quando chegamos a reta final de qualquer graduação ai vem a duvida. qual tema devo usar, sempre lê no mínimo 5 teóricos. lé duas vezes  a primeira para conhecer o livro e a segunda para poder ter um dialogo com ele. quando montar sempre fazer dialogo entre eles e vc, acompanhar os parâmetro do tema.alguns temas:esses temas podem ser usados nas áreas de letras tmb.

  * pedagogia  -ORIENTAÇÃO SEXUAL FAMÍLIA E ESCOLA

  *Pedagogia - FORMAÇÃO DOS PROFESSORES NO ENSINO SUPERIOR

  * Pedagogia - JOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL


 
* Pedagogia - O ATO DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL

  *Pedagogia - O DEFICIENTE AUDITIVO E A COMUNICAÇÃO TOTAL

  *Pedagogia - O PAPEL DO PEDAGOGO NAS ORGANIZAÇÕES

  *Pedagogia - OLHAR APURADO OU MIRAGEM?

  *Pedagogia - PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS DE PLURALIDADE CULTURAL E SAÚDE


  *Pedagogia - PSICOPEDAGOGIA E EDUCAÇÃO COM ÊNFASE

  *Pedagogia - NO PAPEL DO PSICOPEDAGOGO

  *Pedagogia - SEMINÁRIO SOBRE AS PCNS DE PLURALIDADE

  *Pedagogia - VIOLÊNCIA NA ESCOLA

terça-feira, 10 de junho de 2014

copa do mundo 2014

Quero pedi desculpa pela ausência muito tempo. é que andei viajando. mais assim que der prometo postar. mais venho aqui deixar minha opinião, daqui a um dia estará iniciando um grande campeonato mundial. a copa do mundo, onde pessoas de todo mundo estarão em nosso pais. gosto da copa. mais fica aqui meu protesto. porque fico triste em ver muitas crianças nas ruas, enquanto os jogadores estão nos melhores hotéis. comendo das melhores comidas.  idosos morrendo nas filas de hospitais, enquanto os nossos visitantes. curtindo a vida. enfim espero que depois desta copa possam olhar um pouquinho pelo nosso povo. que precisa muito......

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

A estrutura das cores " CURIOSIDADE"

             
estrutura da cor é dividida em estrutura física e psicológica. A estrutura física se subdivide em matiz, que é a que difere uma cor da outra; luminosidade, que é o componente que provoca alteração nas cores entre claro e escuro; saturação, que produz várias nuances de acordo com a pureza e intensidade da cor.
A estrutura psicológica relata a sensação inconsciente que a cor traz para o homem. A temperatura traz a sensação de que determinada cor é quente, fria ou morna. O contraste sucessivo traz a sensação de modificação das cores quando vistas em conjunto. Dimensão traz a sensação que a cor aproxima, distancia. Peso e tamanho traz a sensação que as cores escuras são menores e mais pesadas que as cores leves. No sabor, as cores quentes estimulam o apetite.
Em pesquisa realizada com 236 pessoas da Ásia, África e Europa, foi constatado que as mulheres percebem mais as cores do que os homens. Os pigmentos responsáveis pela absorção das cores, chamados opsinas, está presente no cromossomo X. A mulher possui dois X enquanto o homem possui um só, e isso faz com que a mulher tenha duas cópias de opsinas.

HISTORICO MDO CIRIO DE NAZARÉ



Realizado em Belém do Pará há mais de dois séculos, o Círio de Nazaré é uma das maiores e mais belas procissões católicas do Brasil e do mundo. Reúne, anualmente, cerca de dois milhões de romeiros numa caminhada de fé pelas ruas da capital do Estado, num espetáculo grandioso em homenagem a Nossa Senhora de Nazaré, a mãe de Jesus.
No segundo domingo de outubro, a procissão sai da Catedral de Belém e segue até a Praça Santuário de Nazaré, onde a imagem da Virgem fica exposta para veneração dos fiéis durante 15 dias. O percurso é de 3,6 quilômetros e já chegou a ser percorrido em nove horas e quinze minutos, como ocorreu no ano de 2004, no mais longo Círio de toda a história.
Na procissão, a Berlinda que carrega a imagem da Virgem de Nazaré é seguida por romeiros de Belém, do interior do Estado, de várias regiões do país e até do exterior. Em todo o percurso, os fiéis fazem manifestações de fé, enfeitam ruas e casas em homenagem à Santa. Por sua grandiosidade, o Círio de Belém foi registrado, em setembro de 2004, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial.
Além da procissão de domingo, o Círio agrega várias outras manifestações de devoção, como a trasladação, a romaria fluvial e diversas outras peregrinações e romarias que ocorrem na quadra Nazarena.
O domingo do Círio começa com a celebração de uma missa em frente à Catedral metropolitana de Belém, a Sé, às 5h30. Ao término da missa, às 6h30, é iniciada a procissão que percorre as ruas de Belém até a Praça Santuário de Nazaré, em um percurso de 3,6 quilômetros. Em 2004, o trajeto foi cumprido em 9 horas e 15 minutos, sendo registrado como o Círio mais longo de toda a história.
A cada ano, o Círio de Nazaré atrai um número maior de romeiros, reunindo, além dos fiéis de Belém e do interior do Estado, devotos de várias regiões do país e até mesmo visitantes estrangeiros. Durante todo o trajeto feito pela imagem de Nossa Senhora, os devotos fazem diversas manifestações de fé, além de enfeitar as ruas e casas em homenagem à Santa.
Por sua grandiosidade, o Círio de Belém foi registrado, em setembro de 2004, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), como patrimônio cultural de natureza imaterial. Mérito conquistado não só pela Imagem de Nossa Senhora de Nazaré, mas também pelo simbolismo da corda do Círio, que todos os anos é disputada pelos promesseiros que enchem as ruas de Belém de fé e emoção; dos carros de promessas, que carregam as graças atendidas pela Virgem; dos mantos de Nossa Senhora, que a deixam ainda mais linda; da Berlinda, que se destaca na multidão carregando a pequena Imagem tão adorada; e do hino “Vós sois o Lírio Mimoso”, canção que embala os milhares de corações que acompanham o Círio em uma só voz.
Após a grande procissão, a imagem da Virgem fica exposta no altar da Praça Santuário para visita dos fiéis durante 15 dias, período chamado de quadra nazarena.
Curiosidade: o termo “Círio” tem origem na palavra latina “cereus” (de cera), que significa vela grande de cera. Por ser a principal oferta dos fiéis nas procissões em Portugal, com o tempo passou a ser sinônimo da procissão de Nazaré aqui Belém e de muitas outras pelas cidades do interior do Pará.
História da devoção à N. S. de Nazaré
A devoção a Nossa Senhora de Nazaré teve início em Portugal. A imagem original da Virgem pertencia ao Mosteiro de Caulina, na Espanha, e teria saído da cidade de Nazaré, em Israel, no ano de 361, tendo sido esculpida por São José. Em decorrência de uma batalha, a imagem foi levada para Portugal, onde, por muito tempo, ficou escondida no Pico de São Bartolomeu. Só em 1119, a imagem foi encontrada. A notícia se espalhou e muita gente começou a venerar a Santa. Desde então, muitos milagres foram atribuídos a ela.
No Pará, foi o caboclo Plácido José de Souza quem encontrou, em 1700, às margens do igarapé Murutucú (onde hoje se encontra a Basílica Santuário), uma pequena imagem da Senhora de Nazaré. Após o achado, Plácido teria levado a imagem para a sua choupana e, no outro dia, ela não estaria mais lá. Correu ao local do encontro e lá estava a “Santinha”. O fato teria se repetido várias vezes até a imagem ser enviada ao Palácio do Governo. No local do achado, Plácido construiu uma pequena capela.
Em 1792, o Vaticano autorizou a realização de uma procissão em homenagem à Virgem de Nazaré, em Belém do Pará. Organizado pelo presidente da Província do Pará, capitão-mor Dom Francisco de Souza Coutinho, o primeiro Círio foi realizado no dia 8 de setembro de 1793. No início, não havia data fixa para o Círio, que poderia ocorrer nos meses de setembro, outubro ou novembro. Mas, a partir de 1901, por determinação do bispo Dom Francisco do Rêgo Maia, a procissão passou a ser realizada sempre no segundo domingo de outubro.
Tradicionalmente, a imagem é levada da Catedral de Belém à Basílica Santuário. Ao longo dos anos, houve adaptações. Uma delas ocorreu em 1853, quando, por conta de uma chuva torrencial, a procissão – que ocorria à tarde – passou a ser realizada pela manhã.
Virgem de Nazaré: Patrona do Pará
ASSEMBLEIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA
LEI N° 4.371, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1971.
Proclama Nossa Senhora de Nazaré Patrona do Estado do Pará e dá outras providências.
A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARÁ promulga e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1° – Fica proclamada PATRONA DO ESTADO DO PARÁ NOSSA SENHORA DE NAZARÉ.
Parágrafo Único – O Governo do Estado do Pará prestará, anualmente, as honras de Estado à padroeira dos paraenses.
Art. 2° – A presente Lei poderá ser regulamentada pelo Governador do Estado.
Art. 3° – Esta Lei tem sua vigência a partir do dia 10 de outubro do corrente ano.
Palácio do Governo do Estado do Pará, 15 de dezembro de 1971.
FERNANDO JOSÉ DE LEÃO GUILHON
Governador do Estado
Georgenor de Souza Franco
Secretário de Estado de Governo
Círio: Fonte de Solidariedade
O Círio de Nossa Senhora de Nazaré é experiência de fé, mas é também fonte de solidariedade. Boa parte da arrecadação da Festa é investida nas Obras Sociais da Paróquia de Nazaré (Ospan), desenvolvidas nas sete comunidades que compõem a sua área territorial. Milhares de pessoas são beneficiadas anualmente em seus projetos de atendimento laboratorial, distribuição de sopa e creches infantis.
A implantação do Serviço Social na Ospan se deu em 2002, na gestão do Padre Francisco Silva, na época pároco da Paróquia de Nazaré. O Padre solicitou, ao departamento de Serviço Social da Universidade da Amazônia (Unama), uma consultoria a respeito das necessidades da Paróquia de Nazaré. Hoje, com o serviço implantado, a responsabilidade do trabalho desenvolvido fica a cargo das técnicas Mônica Demachki (Coordenadora) e Hilda Muller (Assistente Social).
Os atendimentos médicos e odontológicos acontecem nas comunidades de São José e Santo Antônio Maria Zaccaria. Profissionais de saúde voluntários atendem mais de 3 mil pessoas por ano. A população carente recebe atendimento e orientações de higiene e saúde que fazem toda a diferença no seu dia-a-dia.
O pão é também repartido. Voluntários nas diversas comunidades preparam a sopa, que toda semana é fartamente distribuída aos que comparecem, o que ajuda a saciar a fome dos filhos de Nossa Senhora. As obras sociais têm vários projetos com a comunidade, entre eles, o programa inserção no mercado de trabalho, o programa adolescente trabalhador, o atendimento social e outros.
Cuidando também dos pequenos, as Obras atendem a mais de 500 crianças por meio das creches Sorena, Casulo (Santo Antônio Maria Zaccaria) e Cantinho São Rafael (Casa de Nazaré). Elas permanecem sob os cuidados de educadores das 7 às 17 horas, recebendo educação escolar básica, alimentação e muito carinho. São meninos e meninas entre dois e seis anos tendo a chance de crescer física, mental e espiritualmente, e participando ainda de atividades esportivas e culturais como danças e artes plásticas.
As Obras Sociais da Paróquia de Nazaré trabalham com valores que dignificam a vida do ser humano: ética, cidadania, universalidade, espírito de equipe, participação, respeito e confiança, espiritualidade, satisfação dos funcionários, humanização, qualidade de vida e compromisso institucional.

REDAÇÃO- Formas variadas de linguagem

Formas variadas de linguagem atestam uma ocorrência voltada para as diferentes circunstâncias comunicativas de que fazemos parte cotidianamente.

Demarcando as diferentes circunstâncias de comunicação, eis que nos deparamos com as formas variadas de linguagem
Demarcando as diferentes circunstâncias de comunicação, eis que nos deparamos com as formas variadas de linguagem
 
 Um bate-papo informal com os amigos, um discurso de formatura, aquele linguajar, digamos assim, diferente do seu, presenciado naquela viagem inesquecível, a conversa cotidiana que realiza com amigos por meio eletrônico, que embora frag-men-ta-da, não importa, é linguagem da mesma forma.
Como você pôde perceber, casos acima ilustram que, cotidianamente, posicionamo-nos na qualidade de emissores, bem como na de receptores, fazendo uso de diferentes linguagens, todas elas adequando-se ao contexto comunicativo. Pois bem, pautados nesses pressupostos, os quais, enquanto usuários da língua, não podemos descartar, formalizamos propósitos concebidos como relevantes, uma vez que a seção, a qual a partir de agora você irá compartilhar, aborda acerca desses aspectos, levando em conta que as formas variadas de linguagem constituem nossa estada no meio social.
Nesse sentido, amigo(a) usuário(a), você compreenderá a razão de fazermos uso de uma linguagem formal, haja vista que o contexto em que estamos inseridos requisita que nos adequemos à situação comunicativa – o que nos leva a conscientizar de que existe um modelo tido como padrão. Perceberá também que, em meio ao convívio social, alguns vocábulos, ainda que não dicionarizados, se farão presentes. Claro! Os neologismos não existem somente por existir.
Os estrangeirismos... Ah! Eles nem se fala! Pois basta atravessarmos a rua para depararmos com aquela loja cuja razão social se demarca não pela forma brasileira de se expressar, mas pela forma importada de outro país – fato que representa os tantos estrangeirismos com os quais convivemos, aqueles, tais como “fast-food”, “happy-hour”, para não citarmos os outros... isso demandaria um  certo tempo.
Voltando àquela viagem, pode ser que as constatações se materializaram por alguns exemplos, tais como “bergamota”, “mexerica”, “aipim”, “mandioca”... para não citarmos os demais, entende? Eles, somente eles, representam os regionalismos, claro!