Belém- Pará- Brasil

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

28 pessoas que viviam como escravas são encontradas em fazenda de erva-mate no Paraná

É IMPRECIONANTE COMO ESTES FATOS AINDA ACONTECEM . EM PLENO SÉCULO XXI, JÁ QUE A ESCRAVIDÃO FOI ABOLIDA HÁ MAIS DE 100 ANOS.

 Uma operação conjunta da Polícia Federal (PF), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) libertou na última segunda-feira (25) 28 pessoas que estavam em situação análoga à escravidão numa fazenda em Inácio Martins (200 km a oeste de Curitiba). Ninguém foi preso.
Segundo a PF, os trabalhadores e filhos pequenos viviam em situação degradante, sem quaisquer condições de higiene, alimentação precária e nenhuma assistência médica em meio à mata nativa, onde faziam o corte de erva-mate.
"Soubemos do caso porque um trabalhador fugiu e relatou a situação. Na operação, vimos que o relato era verdadeiro. Nos alojamentos, faltava comida e não havia leite para as crianças. A comida era, basicamente, biju (mistura de farinha de mandioca com sal). Para enganar a fome, o empregador dava cachaça ao pessoal", informa Maurício de Brito Todeschini, delegado da PF em Guarapuava (255 km de Curitiba).

Dívida com o empregador

"Além disso, todos os trabalhadores tinham dívidas com o empregador. É o esquema usual nesses casos, em que se cobra pela comida e por alojamentos. Dessa forma, o trabalhador está sempre devendo, fica impedido e nem sequer tem dinheiro para sair dali. Fica configurado o regime de escravidão", diz o delegado.
Em audiências que serão realizadas na tarde desta quarta-feira (27), o MPT irá confirmar quem era o responsável legal pelos trabalhadores. Os proprietários da fazenda e o contratante irão responder pelo crime de Redução à Condição Análoga à de Escravo, que prevê pena de dois a oito anos de prisão.

Mulher mostra mão ferida após ser resgatada MULHER MOSTRA MÃO FERIDA

fonte uol noticia

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MODELOS DE CURRICULUM VITAE



CURRICULUM VITAE
NOME:

CARTEIRA NACIONAL DE HABILITAÇÃO:

IDADE:
SEXO:
ESTADO CIVÍL:

CIDADE:
ESTADO:

TELEFONES, FIXO (E)OU CELULAR:()

 ÚLTIMOS TRABALHOS IMPORTÂNTES:
1°:
2°:
3°:

INTERESSE DE TRABALHAR NA ÁREA:
1°:
2°:
3°:

INTERESSE DE TRABALHAR NO CARGO:
1°:
2°:
3°:

ESCOLARIDADE:

CURSOS:
1°:
2°:
3°:


2


CURRICULUM VITAE

NOME:

CARTEIRA NACIONAL DE HABILITAÇÃO:

IDADE:
SEXO:
ESTADO CIVÍL:

CIDADE: Santa Cruz do Rio Pardo
ESTADO: São Paulo

TELEFONES, FIXO (E)OU CELULAR:
(14)  (14)

 ÚLTIMOS TRABALHOS IMPORTÂNTES:
1°:
2°:
3°:

INTERESSE DE TRABALHAR NA ÁREA:

1°: Comércio
2°: Indústria
3°: Serviços

INTERESSE DE TRABALHAR NO CARGO:

1°: Vendedor
2°: Operador
3°: Auxiliar

ESCOLARIDADE:

CURSOS:
1°: Conhecimentos de Informática na prática.
2°:
3°:

OBSERVAÇÃO:
Dedicado(a) e disposto(a) a aprender
Click Aqui e Baixe esse Pré-preenchido 

3
Este símbolo a seguir é o Parênteses ( ). Siga as instruções nele e onde ele estiver você deve o apagar e o que está dentro dele, apague está frase grande também.
(Não apague as palavras depois do parênteses) Curriculum

(seu nome : )

(sexo: “masculino ou Feminino”)
(Estado civil: “solteiro(a) casado(a)... ”)

(cidade e estado onde mora exemplo: “Santa Cruz do Rio Pardo SP”)

(seu telefone, celular ou os dois para contato: ) Telefone:

(3 áreas de interesse exemplo: “Comércio Varejista [Não escrever os a seguir mercado, lojas e outros  ] ” ) Área de interesse:



(as 3 ultimas ou aquelas que interessam para a vaga que você quer, se não tiver fale alguma habilidade [tempo nos serviços opcional ] )Ultimas experiências profissionais:




(ano que parou ou qual concluiu fundamental, médio, técnico e ou superior ) Escolaridade:

(exemplos: “Inglês, Informática” [opcional escolas e tempo] ) Cursos:











(pode apagar observação ou escrever algo sobre você que achar interessante para ser contratado) Observação:


4 Exemplo

(Exemplo:

Curriculum

Gilson Pereira (monitor Acessa)

Carteira Nacional de Habilitação: A/B

Masculino
Solteiro

Santa Cruz do Rio Pardo SP

Telefone: 3332 10 12

Área de interesse: Comércio Varejista, Técnico Área Química e Informática



Ultimas experiências profissionais:

> Monitor Social (Prefeitura Municipal de Santa Cruz do Rio Pardo SP)

> ACS (Agente Censitário Supervisor) IBGE
(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [Governo Federal] )

> Operador de Computador (Monitor do Acessa São Paulo), 
(Prefeitura Municipal de Santa Cruz do Rio Pardo SP)

   Escolaridade: Ensino Médio Completo, Técnico em Açúcar e Álcool e Alimentos
(cursando Superior em Matemática)

Cursos:

> Informática Básica, Avançada e Específica (SENAI) WEB (Microvip)
Hardware e   Redes (Microlins) Digitação (Senaic)

> Secretariado (Personal RH)

> Técnicas para Falar em Público (SENAI e Personal RH)









Observação: Dedicado, disposto a aprender, criativo e profissionalismo.

Click aqui e baixe modelos 3 e 4

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O roteiro em 1 minuto: adição e subtração para 1º, 2º e 3º anos

Alunos com deficiência intelectual

Ajudar o aluno sem fazer as atividades por ele

O desafio principal na inclusão dos alunos com deficiência intelectual é garantir que ele avance na aquisição da leitura e da escrita, contribuindo com o trabalho da turma de alguma maneira e dentro das suas possibilidades.

Antecipar as etapas e deixar que o aluno repita e execute atividades com ajuda do professor responsável pela sala de recursos, é uma ação importantíssima para que ele consiga discutir o tema junto dos colegas em sala. Peça para que ele destaque nos textos lidos algumas palavras-chave, o que pode ser feito no contraturno.

Flexibilize o gênero que está sendo trabalhado com a turma, propondo que o aluno com deficiência intelectual elabore listas que serão utilizadas em alguma etapa do projeto. Durante as produções coletivas, coloque imagens e palavras-chave no quadro para que esse aluno possa consultá-las e assim, contribua para o desenvolvimento da tarefa.

Nas atividades em grupo, organize uma equipe favorável à participação do aluno com deficiência intelectual (amigos, crianças com facilidade de relacionamento etc.). Quando necessário, coloque -o para trabalhar junto a um colega, ainda dentro do grupo, que deverá dividir com ele as atividades a serem realizadas.

Se a coordenação motora do aluno ainda não estiver tão desenvolvida, inclua papéis em tamanho maior e lápis ou canetas com pontas mais grossas. Oriente os pais ou o AEE em como ajudar o aluno em casa, sem realizar a atividade por ele.

Alunos com deficiência auditiva

É importante que;
Contar com um intérprete de Libras em sala de aula é fundamental

A educação bilingue - sendo a Língua Brasileira de Sinais (Libras) a primeira e a Língua Portuguesa, a segunda língua - é um direito dos alunos surdos garantido pelo Decreto Federal nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005. O mesmo decreto assegura ainda a presença de tradutores e intérpretes de Libras nas salas de todos os segmentos do ensino regular público, da Educação Infantil ao Ensino Superior.

Ao chegar ao 1º ano, espera-se que os alunos com deficiência auditiva que passaram pela Educação Infantil saibam comunicar-se em Libras e sejam capazes de escrever o próprio nome. Mas vale lembrar que essas crianças começam o Ensino Fundamental sem conhecimento da Língua Portuguesa falada e, por isso, não partem do mesmo princípio que os alunos ouvintes para aprender a ler e a escrever.

Mesmo que, em um determinado prazo, não alcancem os mesmos resultados obtidos pelos alunos ouvintes, os estudantes com deficiência auditiva precisam participar de todas as aulas. Se o aluno surdo ainda não for capaz de escrever um texto, faça com que ele contribua para as atividades escrevendo listas ou frases sobre o tema abordado.

Produções coletivas ou em pequenos grupos também ajudam o aluno a se expressar melhor pela escrita. O importante é que ele sempre conte com algum apoio visual. O professor deve registrar todas as atividades e utilizar recursos diferenciados - como letras móveis ou cores diferentes para designar elementos distintos de uma frase, por exemplo. Fazer com que o aluno surdo sente-se nas carteiras da frente é outra medida essencial, assim como atuar em conjunto com o Atendimento Educacional Especializado (AEE).

Quando ensinar

Ao longo de toda a alfabetização inicial

A escrita pelo aluno precisa ser planejada pelo professor para ser um trabalho sempre presente na rotina da alfabetização inicial. Uma distribuição de ações deve ser estabelecida com antecedência, contemplando atividades permanentes, sequências com prazos determinados e projetos que durem várias semanas ou meses. Ao montar essa programação, cabe ao professor abrir espaço para as situações em que os alunos irão escrever por conta própria, vinculadas às outras três situações didáticas essenciais para o sucesso na alfabetização: ler para os alunos, fazer com que eles leiam mesmo antes de saber ler e assumir a função de escriba para textos que a turma produz oralmente.